<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2926246757312154632</id><updated>2012-02-09T09:29:35.690-08:00</updated><title type='text'>Texto Tolo</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Amauri Chamorro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14614921572191334109</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_yj0yUCZdU64/TJlwctiAU7I/AAAAAAAAAFc/fGmyGp8aKMM/S220/OgAAAEaey8EfuTOqOy4MMksDVveZnQcZEU9qVHGfliKglYasB1wZFc-N3cpTH15IDNHTXQ_JjiAVWj8gG0d4oYeHjiAAm1T1UJ6-RidIBcPjW20idEjGdDB3Up_P.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>45</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2926246757312154632.post-892273770716474735</id><published>2012-01-27T05:10:00.000-08:00</published><updated>2012-01-27T05:16:18.429-08:00</updated><title type='text'>Vago.</title><content type='html'>Mais uma vez me despeço. Mais uma vez o dever quase cumprido de acertar, e a certeza de não ter cumprido com o meu dever. Mais um recomeço. Sina. Certeza do processo, aquele disposto a dar respostas, sem saber ao certo o que perguntar. Algo automático. Como o bendito sol que aparece gritando que sobrevivemos a mais uma noite. Muitos de vocês sabem do que estou falando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí, o recomeço. Cheira pão fresco, sovado, brindado num dia também fresco, ensolarado da certeza de mais uma vez. E mais uma vez quase cumpri.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui ficam os domingos dissonantes sem tom.&lt;br /&gt;Aqui deixo uma sexta com a morte em meus braços.&lt;br /&gt;Aqui estão todos os dias dos lugares vazios.&lt;br /&gt;Aqui tocou o último acorde.&lt;br /&gt;Aqui continua uma solitária bandeira, metáfora de mim.&lt;br /&gt;Aqui entendi a Deus e seu marco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, os velhos gigantes e eternos colossais equatoriais. Paradigmas referenciais do que está em nós. Há revolução. A que sempre esperei, armado de armas, armado de letras. Armado do dever quase cumprido de acertar, me dôo pelo dever de saber ao certo, algo automático. Nestes tempos onde os meus são distantes ao meu pretérito, ganham vida todas as palavras de todos os livros que li. Mergulhado na realidade fantástica, sinto a textura e o aroma das sonhadas vitórias, tomadas uma a uma em batalhas realmente fantásticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há 33 anos a menos em minha vida. Todos vividos mais de uma vez. Já distantes, mas sempre presentes vão se ajustando à nova direção, um a um como vagões duma pesada locomotiva que desacelera para não descarrilar. Evite o cruzamento, apesar de lenta ela ainda não vai parar e alguém acabará machucado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais uma vez me despeço. Mais uma vez o recomeço.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2926246757312154632-892273770716474735?l=amaurichamorro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/feeds/892273770716474735/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2926246757312154632&amp;postID=892273770716474735&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/892273770716474735'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/892273770716474735'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/2012/01/vago.html' title='Vago.'/><author><name>Amauri Chamorro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14614921572191334109</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_yj0yUCZdU64/TJlwctiAU7I/AAAAAAAAAFc/fGmyGp8aKMM/S220/OgAAAEaey8EfuTOqOy4MMksDVveZnQcZEU9qVHGfliKglYasB1wZFc-N3cpTH15IDNHTXQ_JjiAVWj8gG0d4oYeHjiAAm1T1UJ6-RidIBcPjW20idEjGdDB3Up_P.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2926246757312154632.post-4217757967128163777</id><published>2011-07-25T23:37:00.000-07:00</published><updated>2011-07-25T23:51:03.173-07:00</updated><title type='text'>ReplaceMe</title><content type='html'>Não há motivo claro, nem sopro de inspiração. A coisa funciona através de um contexto que nos coloca no centro das coisas. A resposta que damos está na capacidade de cuspir tudo o que aprendemos. Ela se faz essencial para continuar nosso caminho. E fingindo a certeza, distraidos pisamos nas dos outros. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há tempos não escrevo. Não senti, há falta. Não há, tenho compromisso. Não tenho história. Só há a mim. Me expunha sem o contraste do afeto, da ordem e da tragédia. Essas medidas que nascem do orgulho e nos fazem julgadores. Absolutamente indiferentes para mim, eu havia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não cumpro a sentença de seguir esse caminho porque alguma vez alguém me ensinou a ficar em pé. A sentença que se vire e não dependa do meu período, e que seu modo seja mais do que a linguagem, pois mais gente deverá sentir. Entender é compromisso composto, e cada um que se vire. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero ser verbo. Vou ditar a ação. O sujeito que se foda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passamos os dias entregando um sorriso matinal animador ao primeiro rosto que nos cruza, apesar de amaldiçoar o horário em que acontece. Exemplo do ter que estar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aceitar e aceitar e fingir e abaixar e aceitar e fingir e sorrir e gastar os dias em direção ao último suspiro. Essa trajetória não é mais sentida. Horas e horas e horas e horas e dias e horas e minutos e transformar em fantasmas de corpo presente. E é isso que acontece. Aceitar é nos fazer transparentes. Um corpo sem haver um, nenhum pouco. Aceitar é ser o copo, o meio, o cheio, o vazio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aceitar, Felicidade vira fato. Damos a duração de um tempo, definimos um lugar no espaço. Forma, design, sentido. Afinal temos a cavidade vazia esculpida em nossos corações. Temos como adquirir uma Felicidade. Precisamos dela, nem que seja a feita pelos outros.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2926246757312154632-4217757967128163777?l=amaurichamorro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/feeds/4217757967128163777/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2926246757312154632&amp;postID=4217757967128163777&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/4217757967128163777'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/4217757967128163777'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/2011/07/replaceme.html' title='ReplaceMe'/><author><name>Amauri Chamorro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14614921572191334109</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_yj0yUCZdU64/TJlwctiAU7I/AAAAAAAAAFc/fGmyGp8aKMM/S220/OgAAAEaey8EfuTOqOy4MMksDVveZnQcZEU9qVHGfliKglYasB1wZFc-N3cpTH15IDNHTXQ_JjiAVWj8gG0d4oYeHjiAAm1T1UJ6-RidIBcPjW20idEjGdDB3Up_P.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2926246757312154632.post-2735181535114900325</id><published>2011-02-23T20:07:00.000-08:00</published><updated>2011-02-24T03:22:41.294-08:00</updated><title type='text'>I get it</title><content type='html'>Não há nem mais nem menos. O justo é. Assim para todos, ele é. Presente, indisposto, não o convidado, mas o estável. Mas o que poderia ser? Nada. Só é. E aqui está. Cheio daquilo que sentimos, pelo bem e pelo mal. Indisposto de critérios completos como se ninguém conseguisse dispor da capacidade de compreendê-lo. Mas não há como. Já que aqui estamos. Desarmados de um provido senso de estar, aceitamos aquilo que a vida nos dá gratuitamente. Como o fôlego. Suficiente para viver. Ridículo e pequeno para quem quer o suspiro constante de continuar a caminhar. &lt;br /&gt;Mas calo. Não posso indispor do que tenho. O batido do coração, o ingênio de supor, a pureza de acreditar. E assim continuo mais uma vez. Incólume, tolo, persistente.&lt;br /&gt;Ele deu voltas sem parar. Persisti aos discursos. Aceitamos as propostas. Agora nos olhamos sobre os ombros, como quem aceitou o pressuposto. Claro, mais um tolo por estar aqui, disposto a ler isto. Sinônimo de não precisar mais ter aquilo que já tem. Síntesis. Minúscula. Patrimônio. O estátus estável de ser algo que já é na essência, sem precisar ser além. Tenho dó.&lt;br /&gt;E assim vamos. Aceitando. Aceitando. Aceitando. Existindo. Existindo. Existindo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2926246757312154632-2735181535114900325?l=amaurichamorro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/feeds/2735181535114900325/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2926246757312154632&amp;postID=2735181535114900325&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/2735181535114900325'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/2735181535114900325'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/2011/02/i-get-it.html' title='I get it'/><author><name>Amauri Chamorro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14614921572191334109</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_yj0yUCZdU64/TJlwctiAU7I/AAAAAAAAAFc/fGmyGp8aKMM/S220/OgAAAEaey8EfuTOqOy4MMksDVveZnQcZEU9qVHGfliKglYasB1wZFc-N3cpTH15IDNHTXQ_JjiAVWj8gG0d4oYeHjiAAm1T1UJ6-RidIBcPjW20idEjGdDB3Up_P.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2926246757312154632.post-712968589172610615</id><published>2010-12-02T23:25:00.000-08:00</published><updated>2010-12-03T04:23:44.735-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Faltou um serzinho despresível, sem importância e antigo para nos entregar a verdade. Alguém pode sobreviver fora dos padrões necessário ao existir. Mas o que me faria acreditar que a ciência seria capaz de definir o que é a vida? A própria ciência determinou o que é necessário para que cada ser pudesse existir, respirar, se alimentar, etc. A ciência nos simplificou a uma sequência de testes comprováveis, como se o todo do ser fosse apenas uma simples experiência repetível, controlável, e hipodérmica. Quando muleque, chamaria-o de pequeno.&lt;br /&gt;Sou mais do que as respostas podem dar. Sou mais do que as perguntas já concretizaram. Sou alguém sem importar, mas que existe.&lt;br /&gt;Há ciência exata. Há a ciência humana. Há a retórica desnuda, e construída sobre o alicerce do saber. Mas o saber já é determinado pelo engenho humano. Limítrofe, tolo e que não vai além da capacidade simples de compreender de que não somos o fim. O sentido apostos em 6 não é determinante ao que por exêlencia Deus fez. Em seu absoluto e inconstetável todo, somos o recorte desnecessário que justifica em partes o motivo de estarmos aqui. Mas como nada pôde nos dar uma resposta, aqui continuamos. Com fé, com a ciência, com a conciência. A vitrine do que somos, enxergado pelo espelho.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2926246757312154632-712968589172610615?l=amaurichamorro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/feeds/712968589172610615/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2926246757312154632&amp;postID=712968589172610615&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/712968589172610615'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/712968589172610615'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/2010/12/faltou-um-serzinho-despresivel-sem.html' title=''/><author><name>Amauri Chamorro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14614921572191334109</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_yj0yUCZdU64/TJlwctiAU7I/AAAAAAAAAFc/fGmyGp8aKMM/S220/OgAAAEaey8EfuTOqOy4MMksDVveZnQcZEU9qVHGfliKglYasB1wZFc-N3cpTH15IDNHTXQ_JjiAVWj8gG0d4oYeHjiAAm1T1UJ6-RidIBcPjW20idEjGdDB3Up_P.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2926246757312154632.post-6760855394064406205</id><published>2010-10-16T01:05:00.000-07:00</published><updated>2010-10-16T01:10:25.934-07:00</updated><title type='text'>Artefacto</title><content type='html'>A simbiose de mim, do ser, do querer, do estar me fez acreditar de que posso mais do que devo, e de que teria mais do que pudesse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os tapas mais doloridos são compostos de coisas arquétipas: vida, morte, dor, amor. Com elas acordamos perante o que evitamos, tememos e desconhecemos. Com elas nos damos conta da servidão que é ser humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Simples como o desejo de querer ter novamente, o vazio da miséria de que o tempo passou e nada fiz por merecer faz acreditar de que somos menores do que a insuportável dor que sentimos. E nem sempre os que geram essa dor, a mereciam como um galardón.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não me nego por querer, mas me diminuo por necessidade. A existência plena através do processo da compreensão dos fatos se faz irreconhecível perante uma lágrima. E quem a nega, nunca chorou sincero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que me resta é escrever. Fácil, discreto, sublime, simples e com a possibilidade de corrigir sem deixar rastros. Por mais cansada e promíscua, a palavra se mantém incólume perante o que eu penso. Moldo o que eu quero através delas, assim dou forma e sentido. Através das palavras registro o real momento da vida. Dão a forma, significante símbolo do que pode ser. O que é, só está em nós, e isso ninguém contesta. Nem nós mesmos. Nós é conjunto de caráter com experiências. Ou seja, &lt;br /&gt;é desajustado em relação ao que somos. O que somos é essência. Nós, é a linguagem utilizada na pífia tentativa de nos entender.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2926246757312154632-6760855394064406205?l=amaurichamorro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/feeds/6760855394064406205/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2926246757312154632&amp;postID=6760855394064406205&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/6760855394064406205'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/6760855394064406205'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/2010/10/artefacto.html' title='Artefacto'/><author><name>Amauri Chamorro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14614921572191334109</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_yj0yUCZdU64/TJlwctiAU7I/AAAAAAAAAFc/fGmyGp8aKMM/S220/OgAAAEaey8EfuTOqOy4MMksDVveZnQcZEU9qVHGfliKglYasB1wZFc-N3cpTH15IDNHTXQ_JjiAVWj8gG0d4oYeHjiAAm1T1UJ6-RidIBcPjW20idEjGdDB3Up_P.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2926246757312154632.post-4623665325368579612</id><published>2010-09-21T19:59:00.000-07:00</published><updated>2010-09-21T20:02:15.485-07:00</updated><title type='text'>Muito Mais.</title><content type='html'>Fragmentos dos segundos vividos em algum lugar. Em todo lugar. Não padecem, não desaparecem. Transcorrem. Composto da Alma, como ser eterno fosse o capaz a qualquer preço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Idade da Alma não é a do corpo. Pele enrugará, coração mal-palpitará, o sangue pesará, os olhos se negarão. Mas na Alma não há tempo. Na Alma não há corpo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sentido da existência, só enquanto a houver. A existência não tem sentido por que há.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Disposto ao que sempre fui, protótipo não encaixado do que me rodeia. Me preveni, mas o sentido escondia a intenção, então o corpo padeceu, a Alma quase sangrou. Mas Alma não é corpo, não é pedaço, não é fato. A Alma é em si. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso ainda estou aqui, disposto a um pouco mais de Alma. &lt;br /&gt;Há Alma em algo mais disposto.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2926246757312154632-4623665325368579612?l=amaurichamorro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/feeds/4623665325368579612/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2926246757312154632&amp;postID=4623665325368579612&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/4623665325368579612'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/4623665325368579612'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/2010/09/muito-mais.html' title='Muito Mais.'/><author><name>Amauri Chamorro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14614921572191334109</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_yj0yUCZdU64/TJlwctiAU7I/AAAAAAAAAFc/fGmyGp8aKMM/S220/OgAAAEaey8EfuTOqOy4MMksDVveZnQcZEU9qVHGfliKglYasB1wZFc-N3cpTH15IDNHTXQ_JjiAVWj8gG0d4oYeHjiAAm1T1UJ6-RidIBcPjW20idEjGdDB3Up_P.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2926246757312154632.post-3495850888359069129</id><published>2010-09-03T23:50:00.000-07:00</published><updated>2010-09-03T23:51:31.046-07:00</updated><title type='text'>Um passo.</title><content type='html'>Se o fomento ao despreso fosse possível, não haveria em nós um ser intacto. Em nossas mãos, o tato sincero do que quisemos. Como se o objeto tácito não fosse possível.&lt;br /&gt;Em nenhum momento, a vitória do acaso fosse progresso, possível como se nunca houvesse tempo reverso. Admito, frágil que se o tempo fosse reversível, voltaria novamente. Cada passo, cada esquina, cada beijo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sonhei como se tudo estivesse ao contrário. Me despi de mim, e segui adiante. Acreditei no que vi, mesmo que o destino fosse claro como água, e mostrasse o fundo. Sólido para a pisada, temente para o passo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2926246757312154632-3495850888359069129?l=amaurichamorro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/feeds/3495850888359069129/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2926246757312154632&amp;postID=3495850888359069129&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/3495850888359069129'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/3495850888359069129'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/2010/09/um-passo.html' title='Um passo.'/><author><name>Amauri Chamorro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14614921572191334109</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_yj0yUCZdU64/TJlwctiAU7I/AAAAAAAAAFc/fGmyGp8aKMM/S220/OgAAAEaey8EfuTOqOy4MMksDVveZnQcZEU9qVHGfliKglYasB1wZFc-N3cpTH15IDNHTXQ_JjiAVWj8gG0d4oYeHjiAAm1T1UJ6-RidIBcPjW20idEjGdDB3Up_P.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2926246757312154632.post-161487348307046700</id><published>2010-08-07T00:14:00.000-07:00</published><updated>2010-08-07T00:35:46.909-07:00</updated><title type='text'>Do que somos.</title><content type='html'>Conheci Galeano quando criança&lt;br /&gt;Estive África&lt;br /&gt;Conquistei meus sonhos 2 vezes&lt;br /&gt;Recomecei tudo de novo&lt;br /&gt;Não levei nada comigo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já passei fome.&lt;br /&gt;Já tive chofer.&lt;br /&gt;Já senti o gosto de um revolver.&lt;br /&gt;Sobrevivi a mim mesmo.&lt;br /&gt;Acordei numa casa alheia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os colhões que herdei.&lt;br /&gt;A história que vivi.&lt;br /&gt;As vitórias que sonhei.&lt;br /&gt;Amanhacer em Punta Carneiro.&lt;br /&gt;As derrotas que colhi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já traí.&lt;br /&gt;Já robei.&lt;br /&gt;Quase matei.&lt;br /&gt;Já morri.&lt;br /&gt;Sempre neguei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acreditei em mim.&lt;br /&gt;Não tive fé.&lt;br /&gt;Fui eu mesmo.&lt;br /&gt;Troquei amigos por sonhos.&lt;br /&gt;Não ter noção do tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não me vendi&lt;br /&gt;Sempre reconheci&lt;br /&gt;Sorri sempre&lt;br /&gt;Soube aceitar&lt;br /&gt;Duvidei do amor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fui eu mesmo...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2926246757312154632-161487348307046700?l=amaurichamorro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/feeds/161487348307046700/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2926246757312154632&amp;postID=161487348307046700&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/161487348307046700'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/161487348307046700'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/2010/08/do-que-somos.html' title='Do que somos.'/><author><name>Amauri Chamorro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14614921572191334109</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_yj0yUCZdU64/TJlwctiAU7I/AAAAAAAAAFc/fGmyGp8aKMM/S220/OgAAAEaey8EfuTOqOy4MMksDVveZnQcZEU9qVHGfliKglYasB1wZFc-N3cpTH15IDNHTXQ_JjiAVWj8gG0d4oYeHjiAAm1T1UJ6-RidIBcPjW20idEjGdDB3Up_P.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2926246757312154632.post-1461834958356605397</id><published>2010-06-05T00:50:00.000-07:00</published><updated>2010-06-05T00:54:15.218-07:00</updated><title type='text'>Self.</title><content type='html'>E mais um dia. Como se nada. Como se houvesse ao mesmo, um pouco do que sobrou. &lt;br /&gt;Incompleto. Regresso. Fajuto. Impócrito. Mas real. O que há de nós, é o único que pode de verdade ser. Muito mais do que conseguimos. Conseguimos o que o límite nos permite. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desastrados na arte de existir, nos aceitamos como se um Deus nos desse o aval de sobreviver. Mas a hipocresia de conviver com isso, nos fez crentes em tudo. Até em nós mesmo. Ainda bem que nos mentimos. Participamos dessas tal verdades. Mesmo que desacreditadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ser tolo diria minha vó. Ser tolerante diria meu avô. Ser o que somos, diria meu amigo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada além de realmente acreditar no sentir. Sentir não é ser. Sentir não é poder. Sentir é apenas a essência da pequena existência das nossas almas. E aí nos enganamos. Afinal, é bem mais fácil enxergar o vel, do que a verdade do reflexo que os olhos enxergam. Exato como se nada. Justos, quão verdadeiros.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2926246757312154632-1461834958356605397?l=amaurichamorro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/feeds/1461834958356605397/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2926246757312154632&amp;postID=1461834958356605397&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/1461834958356605397'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/1461834958356605397'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/2010/06/self.html' title='Self.'/><author><name>Amauri Chamorro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14614921572191334109</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_yj0yUCZdU64/TJlwctiAU7I/AAAAAAAAAFc/fGmyGp8aKMM/S220/OgAAAEaey8EfuTOqOy4MMksDVveZnQcZEU9qVHGfliKglYasB1wZFc-N3cpTH15IDNHTXQ_JjiAVWj8gG0d4oYeHjiAAm1T1UJ6-RidIBcPjW20idEjGdDB3Up_P.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2926246757312154632.post-369448678804520464</id><published>2010-05-18T22:04:00.000-07:00</published><updated>2010-05-18T22:05:45.613-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>O não querer está no pensamento, ou está na capacidade de não comentar a vontade com ninguém?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2926246757312154632-369448678804520464?l=amaurichamorro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/feeds/369448678804520464/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2926246757312154632&amp;postID=369448678804520464&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/369448678804520464'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/369448678804520464'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/2010/05/o-nao-querer-esta-no-pensamento-ou-esta.html' title=''/><author><name>Amauri Chamorro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14614921572191334109</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_yj0yUCZdU64/TJlwctiAU7I/AAAAAAAAAFc/fGmyGp8aKMM/S220/OgAAAEaey8EfuTOqOy4MMksDVveZnQcZEU9qVHGfliKglYasB1wZFc-N3cpTH15IDNHTXQ_JjiAVWj8gG0d4oYeHjiAAm1T1UJ6-RidIBcPjW20idEjGdDB3Up_P.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2926246757312154632.post-7330321170859584899</id><published>2010-05-18T20:24:00.000-07:00</published><updated>2010-05-18T20:39:30.885-07:00</updated><title type='text'>Sem mais.</title><content type='html'>Cansado. O peso de toda uma noite, recolhido numa manhã segura. Como se houvesse uma simples promessa cumprida de uma vontade escondida. Ou a memória me devolvesse tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sou o que teus olhos acreditaram, nem o que teu corpo sentiu. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Protegido. Entre o céu e o inferno, vivendo a vida que resta. Sou apenas a peça que faltara. A opção do encaixe predestinado. Desistindo de tentar, é a segurança de manter. Esqueço de querer, não quero poder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Descrente. A imensa força que está em nós, minúscula perante o que realmente somos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguir. Sem rendição, sem réu confesso, sem acareação, sem protesto, sem ingresso. Vou adiante. Peito aberto, de frente pro canhão, sem medo da verdade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2926246757312154632-7330321170859584899?l=amaurichamorro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/feeds/7330321170859584899/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2926246757312154632&amp;postID=7330321170859584899&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/7330321170859584899'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/7330321170859584899'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/2010/05/cansado.html' title='Sem mais.'/><author><name>Amauri Chamorro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14614921572191334109</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_yj0yUCZdU64/TJlwctiAU7I/AAAAAAAAAFc/fGmyGp8aKMM/S220/OgAAAEaey8EfuTOqOy4MMksDVveZnQcZEU9qVHGfliKglYasB1wZFc-N3cpTH15IDNHTXQ_JjiAVWj8gG0d4oYeHjiAAm1T1UJ6-RidIBcPjW20idEjGdDB3Up_P.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2926246757312154632.post-8200860043777843557</id><published>2010-05-14T16:58:00.000-07:00</published><updated>2010-05-14T17:02:55.792-07:00</updated><title type='text'>Así.</title><content type='html'>Todo es mío. El dolor de haber nascido, la gracia de vivir, la victoria de existir. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esperame. El viento soplará, la mesa será servida, te brindaré como una copa. Lo mejor de um sentimiento, el ingreso a la verdad, un discurso sincero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gracias a ti, me ví. Gracias a ti, me descubrí. Gracias a tí, soy um poco más humano. Un poco más animal.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2926246757312154632-8200860043777843557?l=amaurichamorro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/feeds/8200860043777843557/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2926246757312154632&amp;postID=8200860043777843557&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/8200860043777843557'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/8200860043777843557'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/2010/05/asi.html' title='Así.'/><author><name>Amauri Chamorro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14614921572191334109</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_yj0yUCZdU64/TJlwctiAU7I/AAAAAAAAAFc/fGmyGp8aKMM/S220/OgAAAEaey8EfuTOqOy4MMksDVveZnQcZEU9qVHGfliKglYasB1wZFc-N3cpTH15IDNHTXQ_JjiAVWj8gG0d4oYeHjiAAm1T1UJ6-RidIBcPjW20idEjGdDB3Up_P.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2926246757312154632.post-4078764547990142251</id><published>2010-05-07T22:46:00.000-07:00</published><updated>2010-05-07T22:55:40.643-07:00</updated><title type='text'>Haver.</title><content type='html'>Aquela conquista inglória. O sorriso discreto. A existência sem vida. O adeus sem mistérios. Vivemos como se tudo fosse o mesmo do sempre. O despertar de um Sol, o ingresso da mesma noite. O silêncio do frio. O peso do saber.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do momento, ridículo fantoche. A expressa conciência de que tudo vai nos levar para onde for, desde que seja onde queremos. E aquela angústia de saber, de que por mais que acreditarmos, o amanhã não nos pertence.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Incrédulo e sincero sobre nós. Algum dia chegará. Algum dia bastará. Como se o fim da reta estivesse na esquina. Como se o teu sorriso agradecesse o motivo. Mas sabe lá, que nada há mais do que é, e sempre será, muito mais do que pode ser. Não há em nós algo maior do que somos. Não há nada menor do que poderíamos ser. Aprenda você, a conceder o espaço real do seu tamanho, na escala sincera do seu valor. Não há promessa sem cunho. Não há olhar sem luz, não há mundo sem você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me ensina a descrer. Te ensino a amar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não consigo esquecer, e assim não consigo acreditar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2926246757312154632-4078764547990142251?l=amaurichamorro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/feeds/4078764547990142251/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2926246757312154632&amp;postID=4078764547990142251&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/4078764547990142251'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/4078764547990142251'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/2010/05/aquela-conquista-ingloria.html' title='Haver.'/><author><name>Amauri Chamorro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14614921572191334109</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_yj0yUCZdU64/TJlwctiAU7I/AAAAAAAAAFc/fGmyGp8aKMM/S220/OgAAAEaey8EfuTOqOy4MMksDVveZnQcZEU9qVHGfliKglYasB1wZFc-N3cpTH15IDNHTXQ_JjiAVWj8gG0d4oYeHjiAAm1T1UJ6-RidIBcPjW20idEjGdDB3Up_P.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2926246757312154632.post-7474602004505126811</id><published>2010-04-13T21:18:00.000-07:00</published><updated>2010-04-13T21:21:20.509-07:00</updated><title type='text'>Ingresso</title><content type='html'>A extensa distância é maior do que a vontade de poder. (1)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a capacidade de cada um, depende mais do que aprendemos, e da possibilidade do que acreditamos. (2)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continuo assim, como se nada. (3) Tivesse acontecido. (4) Tivesse acreditato. Tivesse vivido. (5)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Construído algo além do que nós fomos e pudemos. (6) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existo, isso sim, alegre. Refúgio da estima. Ingresso do saber. Alcova da ignorância. Assumo o que há de mim. (7)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E não adianta mais do Nós. Se o troco é pouco, ainda é muito. (8)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem menos palavras. Mais do sentido. Palavras são o destino do que aprendemos. O sentido é em nós, o que somos. (...)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2926246757312154632-7474602004505126811?l=amaurichamorro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/feeds/7474602004505126811/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2926246757312154632&amp;postID=7474602004505126811&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/7474602004505126811'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/7474602004505126811'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/2010/04/ingresso.html' title='Ingresso'/><author><name>Amauri Chamorro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14614921572191334109</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_yj0yUCZdU64/TJlwctiAU7I/AAAAAAAAAFc/fGmyGp8aKMM/S220/OgAAAEaey8EfuTOqOy4MMksDVveZnQcZEU9qVHGfliKglYasB1wZFc-N3cpTH15IDNHTXQ_JjiAVWj8gG0d4oYeHjiAAm1T1UJ6-RidIBcPjW20idEjGdDB3Up_P.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2926246757312154632.post-1378424065297060043</id><published>2010-02-14T22:57:00.000-08:00</published><updated>2010-02-14T23:03:53.398-08:00</updated><title type='text'>Regresso</title><content type='html'>Como se tudo se resumisse numa simples linha. Mas ela dividia o céu e a terra... era o horizonte. Eramos nós. E assim levávamos o que restava de nós. Num simples despertar do que aconteceu e do que estava por vir. Mas inocente, hipócrito e insólito. Num contínuo digitar. Como se o amanhecer não fosse o suficiente. Como se a ternura fosse pouco. &lt;br /&gt;Desistí por um bom tempo. De mim. De você. De tudo. Afinal, o que restava eram apenas, eu. Nú. Sem mais nada além de mim e de você.&lt;br /&gt;Mas são apenas letras. Sem sentido. Sem lapso, sem regresso, sem retorno.&lt;br /&gt;E a o que me diz? Estou aqui, e me acorda para o dia, sem a piedade de quem está para nós cuidar. Afinal, uma só história basta para nos encontrar sensíveis como somos.&lt;br /&gt;O tempo, a distância, o lapso e o relativo foram pouco para o tudo. A discreta forma de encontrar disforme o que somos, é apenas a forma de dizer o que sabemos. A distância está no que somos. No que sabemos. No que aceitamos. &lt;br /&gt;Um artifício da verdade descrita num olhar. No fim do impossível, olhar daquilo que chamamos de verdade. Na luz desenhada de uma alvorada qualquer. Comum. Discreta. Constate. A manhã de nós. A verdade do que é.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2926246757312154632-1378424065297060043?l=amaurichamorro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/feeds/1378424065297060043/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2926246757312154632&amp;postID=1378424065297060043&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/1378424065297060043'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/1378424065297060043'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/2010/02/regresso.html' title='Regresso'/><author><name>Amauri Chamorro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14614921572191334109</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_yj0yUCZdU64/TJlwctiAU7I/AAAAAAAAAFc/fGmyGp8aKMM/S220/OgAAAEaey8EfuTOqOy4MMksDVveZnQcZEU9qVHGfliKglYasB1wZFc-N3cpTH15IDNHTXQ_JjiAVWj8gG0d4oYeHjiAAm1T1UJ6-RidIBcPjW20idEjGdDB3Up_P.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2926246757312154632.post-4223779219282292288</id><published>2009-10-07T22:19:00.000-07:00</published><updated>2009-10-07T22:26:55.905-07:00</updated><title type='text'>Antes.</title><content type='html'>Enquanto entendemos as promessas, os erros se mantêm. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E nesse tempo, a terra girou, ele próprio passou, a paciência acabou. E continuávamos ali, jurando entender o idioma de um lugar alheio ao bom senso do fácil controle das coisas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, não tenho território. Sou um pouco de onde pisei, de quem ouvi, do que senti. Um conciso fragmento de um canto vazio para os outros. Mas não me incomodo com muito. Só quero o que me é de direito. O ar pra respirar e a água pra beber. Do resto, faço alimento necessário. Dos problemas, sobremesa. Fiz da minha vida a textura pro contraste. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vivo de frente ao intangível. À bala perdida. À bactéria no alimento. À fúria do vizinho. Ao destino do que é meu, e não está aqui. Não prometo mais. Posso não cumprir. Há um disperso conceito dos vitoriosos, sem opção ao contrário. E isso é tão divino quanto o Deus que me venderam. Mas não comprei essa ficha. Meu blefe será testado no desencarne.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossa vida é como um texto no MSN. Teclado rapidamente para dar sentido, mas com uma enorme possibilidade de erros. Incompleto, e muitas vezes inteligível.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2926246757312154632-4223779219282292288?l=amaurichamorro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/feeds/4223779219282292288/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2926246757312154632&amp;postID=4223779219282292288&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/4223779219282292288'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/4223779219282292288'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/2009/10/antes.html' title='Antes.'/><author><name>Amauri Chamorro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14614921572191334109</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_yj0yUCZdU64/TJlwctiAU7I/AAAAAAAAAFc/fGmyGp8aKMM/S220/OgAAAEaey8EfuTOqOy4MMksDVveZnQcZEU9qVHGfliKglYasB1wZFc-N3cpTH15IDNHTXQ_JjiAVWj8gG0d4oYeHjiAAm1T1UJ6-RidIBcPjW20idEjGdDB3Up_P.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2926246757312154632.post-926344184344167305</id><published>2009-09-30T01:33:00.000-07:00</published><updated>2009-09-30T01:34:33.120-07:00</updated><title type='text'>Assim.</title><content type='html'>Uma vida inteira e nada que se aproveite. As vezes queremos que as coisas sejam do nosso jeito. É como querer definir a forma de uma lágrima, a cor do vento, o sabor da história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de uma vida, o que fica, se não for divisível aos outros, não valeu a pena.&lt;br /&gt;Vemos apenas o que alcançamos. Perante a luz, seres perenes. Alcançamos o que os braços suportam. Perante a distância, limitados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mundo é mundo. Imenso. Inatingível. Azul. Redondo. Mas se limita a dar voltas no mesmo lugar. Expresso sentido em si próprio. O sentido de ir e ser o que queremos. Apenas na perspectiva do que ainda não somos. A ilusão do próprio sentido de estar. Desisto da ação. Parto para o princípio. A essência em si. O início do querer, sem ser, sem estar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somos uma definição de espaço e tempo. Uma intensa vitória sobre a duração. Frequência de batidas, sobre um mundo de lembranças. E só. Para continuar felizes, acreditando que o futuro é amanhã. Assim o tempo passa fácil. &lt;br /&gt;Como os que ensinam não entenderam, os que aprendem obedecem.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2926246757312154632-926344184344167305?l=amaurichamorro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/feeds/926344184344167305/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2926246757312154632&amp;postID=926344184344167305&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/926344184344167305'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/926344184344167305'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/2009/09/assim.html' title='Assim.'/><author><name>Amauri Chamorro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14614921572191334109</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_yj0yUCZdU64/TJlwctiAU7I/AAAAAAAAAFc/fGmyGp8aKMM/S220/OgAAAEaey8EfuTOqOy4MMksDVveZnQcZEU9qVHGfliKglYasB1wZFc-N3cpTH15IDNHTXQ_JjiAVWj8gG0d4oYeHjiAAm1T1UJ6-RidIBcPjW20idEjGdDB3Up_P.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2926246757312154632.post-2521397919171876567</id><published>2009-09-27T22:18:00.000-07:00</published><updated>2009-09-28T06:26:49.884-07:00</updated><title type='text'>O começo das coisas.</title><content type='html'>Até eu conhecer o Fábio, já tinha vários amigos. Mas a diferença de idade e a distância não permitiam que vivêssemos tão presentes um na vida do outro. Sorely, Jr, Natalie, Polyana, Letícia, Paulinho.  O Jr e a Natalie eram irmãos e moravam em Campinas. Passavam férias na casa da avó. O Jr era bonitão, inteligente e muito engraçado. A Natalie era amigona de verdade. Linda de morrer, as vezes era odiada pelas meninas. Passei umas férias sensacionais na casa deles. Fui atropelado na bicicleta da Natalie. O Jr e eu pegamos a empregada dele ao som de Sinned O’Connor. Ai ai. A mãe deles foi a primeira pessoa a me levar para conhecer a avenida Paulista. Rosaura. Mulher de ferro. O Paulinho era extremamente habilidoso. O cara fazia pipas aos 7 anos de idade, e aos 9 dava relo em vários marmanjos. Enfrentava qualquer pessoa sem medo. Graças a Deus, corinthiano roxo.&lt;br /&gt;A Polyana era apelidada de” torneirinha”. Ela sempre chorava. O Paulo não a deixava em paz. Se divertia de vê-la aos prantos. Sempre fomos muito amigos e confidentes. A Letícia inseparável amiga da Polyana foi o meu primeiro beijo no Brasil. Foi na porta do apto da minha vó. A Sorely era a cherifa da turma. Mais velha, ela metia a mão em quem nos enchesse. Ela me cuidava como se fosse o irmão caçula. Quando vinha de férias, só descia pra brincar se ela estivesse lá. Todos  considero como irmãos. Realmente me separei da turma em 99 quando fui morar em Sorocaba. Hoje olha para trás, e me dou conta que não me lembro de ter me despedido deles. Não sei se o fiz. Deve haver em mim um botão de desligar nesses casos. Sempre estive longe dos que amava.&lt;br /&gt;Todos eram filhos de amigos de infância que a minha mãe deixou para trás quando saiu ao exílio. Éramos uma gangue do bloco A4 no IAPI. Quando chovia brincávamos de nos sujar na lama no famoso parquinho de lá. O objetivo era não deixar nenhuma parte do corpo sem lama. A terra era vermelha. As roupas eram jogadas no lixo. Como os pais e avós brigavam com eles, depois da camuflagem todos iam à minha casa tomar banho. Minha mãe brigava comigo. Mas brigava pouco. Ela sempre foi muito tolerante com o que eu aprontava. &lt;br /&gt;Tínhamos um trato. Nunca mentir. Eu faria qualquer coisa. Mas não poderia mentir jamais. Sentia tanta confiança que eu contava tudo e aprontava tudo.&lt;br /&gt;Até hoje o carinho das mães pelos filhos das outras mães é muito bonito. Todas se cuidam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando comecei a andar com o Fábio conheci um outro mundo. Era só farra, ao mesmo tempo que nos tornávamos adolescentes. Sentia ter mais do que um amigo de verdade. Não pedia nada em troca. Ele dava o mundo. Estar com ele era a certeza de conseguir parar o tempo, dominar os espaços. Aprendi que as coisas ruins poderiam ser guardadas num cofre no fundo do coração. Fábio tinha a chave. Sempre a escondeu. Nunca o vi reclamar das dificuldades financeiras, das incertezas que o futuro o guardava, do processo de separação dos pais, da morte estúpida do tio. Ele era muito forte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos poucos ele passou a ser praticamente a pessoa que eu usava como referência. Meu medo era se o Fábio aceitaria ou não alguma atitude minha. Aos poucos, fui conhecendo-o melhor. Ao ponto de conversarmos através dos olhares. Em menos de um ano não havia o Fábio sem Amauri, e um Amauri sem Fábio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de tudo, Fábio me deu a coisa mais importante que alguém pode ter. Uma família. Completa. Pai, mãe, irmãos, primos, avós, tios e tias. Gigante. Todos unidos, e se amavam muito. Eu tinha uma assim. Mas apenas no papel. Não no coração. Todos os melhores momentos da minha vida aconteceram enquanto éramos inseparáveis. Mesmo longe,  ele era presente. Falava mais com ele por carta e por telefone do que com a minha mãe ou pai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembro da primeira vez em que eu fui à casa dele. Quando entrei vi o Carlo, irmão dele. Ele estava desenhando a capa de uma revista do Sandman. Carlo tem os olhos da cor do céu. Pareceu meio folgado quando me cumprimentou. Natural. Na Mooca a molecada não era muito confiável para se por em casa. Eu nunca tinha visto alguém desenhar daquela forma. Era mágico. Fiquei boquiaberto. Carlo começou a trabalhar aos 14 anos. Sabia que o dinheiro faltara em casa. Um dia sem avisar ele saiu à procura de emprego. Começou numa empresa que fazia arranjos para festas infantis. Ele sempre foi genial para trabalhos manuais. Não é a toa que agora ele é publicitário e tatuador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse primeiro dia entramos no quarto deles, e na última porta do guarda-roupas havia a maior pilha de playboys do hemisfério sul. Eu quase morri. Eu já havia descoberto os prazeres das revistas no Equador. Mas aquilo era um harém. Isadora Ribeiro se tornava minha musa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na mesma semana fomos para minha casa. Estávamos ele, o Paulinho, o Fernando, e outros malucos. Decidimos brincar de Gato Mia. Valia todo o apartamento. No primeiros 10 segundos de silêncio eu ouvi um estouro como se tudo viria abaixo. A estante da sala não suportou a inteligência do Fábio. Ele havia subido na prateleira do meio. Ninguém o acharia. Mas todos os enfeites que a minha mãe havia trazido do Equador, perfeitamente embalados com carinho, o denunciaram. Quando acendemos a luz ele continuava pendurado do topo da estante, falando baixinho, quase sem respirar “desculpa... pode deixar que eu arrumo tudo. Mas... alguém pode me ajudar a descer?” Tudo quebrado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pouco a pouco fui conhecendo o resto da família dele. Havia ainda o André, segundo irmão mais velho. André para nós era o mauricinho chato. Só agora na fase adulta entendi que ele estava certo. Sempre cheiroso, e bem vestido. Nós roubávamos os passes de metrô e os vale-transportes dele. Íamos de metrô pra um monte lugar comer no Mc Donalds. Tudo patrocinado. A mãe deles era a Márcia. Linda que só ela. Trabalhava em casa. E como. Imagina cinco homens em casa? Ela não imaginava que eu seria o quinto filho dela. Depois de um tempo a Márcia começava a me contabilizar na compra de comida. Cozinhava muito. Sempre sorridente. Lembro dela como um anjo. O Aldo, que Deus o tenha, era o típico mooquense. Italiano, malandro, engraçado, dava jeito em tudo. Entendi de onde vinha o Fábio. A cabeça da mãe, o coração do pai. Eles tinha um passarinho que se chamava Paulinha. Por último conheci o Fabrizio. Mais conhecido como Bizão. É o mais velho e esperto de todos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira vez que Carlo foi em casa, ele pegou o meu violão e começou a tocar uma música que eu nunca havia escutado antes. Ela tinha 10 minutos, e a letra era perfeita. Chamava-se Faroeste Caboclo. Não bastasse o Carlo desenhar muito, ter olhos azuis, ele cantava pra cacete. Não havia descoberto ainda que atrapalharia o Fàbio e eu nos processos de conquistas. Escondíamos algumas festinhas dele. Quando chegada arrebatava corações e a nossa diversão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha mãe já havia saído daquele consultório em que trabalhava. Ela agora trabalhava no sindicato dos mestres e contra-mestres. Profissão praticamente extinta hoje. Nessa época ela ganhava muito mal. Praticamente não tínhamos dinheiro pra nada. Ela falava com a minha vó e pedia para eu ficar lá porque ela iria chegar mais tarde. Na verdade não havia comida em casa. Então se eu ficasse na vó, eu teria garantido a janta. Minha mãe durante muito tempo apenas jantava leite C com café. Ninguém sabia disso. Minha mãe começou a costurar para fora e fazer bichinhos de pelúcia para completar a renda. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas neste mundão existem pessoas únicas. Nós tínhamos uma vizinha que o apelido dela era Kita. Ela morava num kitnet e fazia efeites e arranjos de pano para recém nascidos, batizados etc. As duas filhas, Silmara e Sussena, eram muito carinhosas e dedicadas para com a mãe. As três nos ajudaram muito. A Kita nos dava cestas básicas, a Silmara e Susena trocavam passes por dinheiro para nos dar. Jamais esquecerei isso. Hoje coincidentemente a Kita mora em nosso primeiro apto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já pelo fim do ano de 90 eu iria de férias ao Equador. Mas antes, disso o Fàbio e eu descobrimos juntos algo que marcaria as nossas vidas. A música chamava Epic. A banda era o Faith No More. Alucinamos. Nos vestíamos igual ao vocalista, cortávamos o cabelo como ele. Era a nossa vida. O estrago estava feito. Na sequência o Metallica lançava o Black Album. &lt;br /&gt;Até que uma vez chegamos em casa, e o Carlo com um sorriso no rosto nos disse: “Entrem no quarto que tenho uma surpresa”. Ao abrirmos a porta, havia uma bateria. Ele havia ganho do chefe. A partir daí a música começou a realmente fazer parte das nossas vidas. Naquele momento o Fábio, o Carlo e eu fundávamos uma banda. O problema é que o único instrumentista da banda era o Carlo. Eu e o Fábio não sabíamos nada. Mas e daí? Já tínhamos uma bateria...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2926246757312154632-2521397919171876567?l=amaurichamorro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/feeds/2521397919171876567/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2926246757312154632&amp;postID=2521397919171876567&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/2521397919171876567'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/2521397919171876567'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/2009/09/o-comeco-das-coisas.html' title='O começo das coisas.'/><author><name>Amauri Chamorro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14614921572191334109</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_yj0yUCZdU64/TJlwctiAU7I/AAAAAAAAAFc/fGmyGp8aKMM/S220/OgAAAEaey8EfuTOqOy4MMksDVveZnQcZEU9qVHGfliKglYasB1wZFc-N3cpTH15IDNHTXQ_JjiAVWj8gG0d4oYeHjiAAm1T1UJ6-RidIBcPjW20idEjGdDB3Up_P.jpg'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2926246757312154632.post-55927029306930933</id><published>2009-09-18T13:50:00.000-07:00</published><updated>2009-09-18T23:05:26.237-07:00</updated><title type='text'>20 anos de Brasil</title><content type='html'>Há 20 anos, às 6h30 da manhã eu desembarcava com a minha mãe em São Paulo. Não eram mais férias. Não ia apenas visitar os meus avós e rever meus primos. Tínhamos deixado para trás uma família que nos amava muito, amigos dedicados, os costumes. Eu em especial havia deixado o meu pai, a minha pátria e a certeza de uma vida tranqüila. No Equador tudo é mais tranquilo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já conhecia São Paulo. Ainda naquela época era a terra da garoa. Lembrava da impressão de ver ruas de paralelepípedo. Achava o máximo os taxis modelo Fusca sem o banco da frente. Aqui se brincava de pipa e soltava-se balão. O sotaque me deu amigos e problemas. Eu era muito zoado pelos demais. Queria ser motorista de ônibus elétricos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha mãe havia deixado uma vida cômoda para trás. Ela se divorciara do meu pai. A família dela é do Brasil. Há quase 20 anos ela não morava em seu país. Saiu exilada em 72. Sempre sozinha, sempre guerreira. Ela é meu pai também. Era empresária, conhecida na sociedade de lá e muito querida por todos. Ajudou muita gente. Salvou a vida de alguns e amenizou a dor daqueles que moribundeavam. Sempre que eu volto para lá, me perguntam “Como está tu mami? Dile que la amamos.” Ela encontrou em minha vó paterna um porto seguro. Fez muito por ela. Se adoravam. Eram íntimas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a vida aqui era nova, então ela recomeçou. Apesar de falar espanhol, alemão, russo e ser empresária, aqui ela começou como recepcionista num consultório médico. Eu tinha 11. Me partia o coração. Sabia o que era conforto de morar em uma casona, ter carro, casa na praia acabara. Nunca me incomodei com isso. Nunca liguei. Muito menos ela. Ela e meu pai sempre me ensinaram que o que importa de verdade é o conhecimento adquirido ao longo dos anos, e a humildade. Não queria luxo. Mas não queria vê-la como recepcionista. E ela levava a vida como se não houvesse nenhum problema. Feliz por ter voltado, apesar da família ser ausente. Minha mãe era sempre risada, alegria, piadas e solidariedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegar aqui e conviver com o meu avô foi o máximo. Engraçadíssimo. Mentiroso. As histórias mais impossíveis aconteciam com ele. O velho Chamorro é o homem mais fantástico que eu conheci. Convivi com ele apenas 3 anos. Morreu de câncer. Nem o câncer o derrotou. Ele que desistiu de viver. Lembro de receber a notícia quando chegava em casa. Eu estava com o meu melhor amigo. Ao velório levamos a bandeira do PCB. Pedido da minha mãe. Ele foi um dos fundadores do sindicalismo no Brasil. Dirigente do Partido Comunista, foi presidente da confederação dos trabalhadores. Deu a sua vida para o que hoje gozamos. 13º Salário, férias etc. Cha, como era conhecido liderou a famosa greve dos 300 mil que paralisou o país. Ele só tinha estudado até a 2ª série. Teve que parar para ajudar a família. Eram espanhois bem pobres. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O velho Cha me ensinou como abordar as pessoas para tentar persuadi-las politicamente. Acho que fui o cabo eleitoral mais novo do país. A alegria da minha mãe em poder votar pela primeira vez na vida era suave. Eu queria conseguir convencer as pessoas do entusiasmo dela e do meu avô. Eu andava na rua com uma bolsa tira-colo com milhares de panfletos do Mario Covas. Passei semanas andando por toda a Mooca. Fábricas, comércio, casas, pontos de ônibus. As pessoas me atendiam e me escutavam. Algumas debatiam. Outras riam. Outras agradeciam. Mas todas se divertiam com um moleque com sotaque tentando convencê-las de que o tucano era a salvação para o país. Mas 89 foi um ano colorido.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Morávamos na casa da minha vó. Num quarto, eu, minha mãe, uma cama e 27 caixas de mudança. Me divertia. Quem não se diverte no Brasil com 11 anos de idade? O dinheiro que ela havia trazido para começar, virou nada. O Plano Collor acabou com as esperanças de comprar um apê.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mudamos ao lado da casa dos nossos avós após um ano morando com eles. Eu já estudava num colégio. Terrível. Não entendia muita coisa, os professores não se importavam com os alunos. A educação era muito diferente. Tentei bater numa professora quando me chamou de “indiozinho de merda”. Agi corretamente. Tentei acertá-la com o caderno, e na tentativa de um segundo soco, me seguraram. Quando minha mãe foi chamada, ela nem me pediu explicações. Sai de lá aliviado. Ela me parabenizou pela atitude. Meu pai teria feito o mesmo. Aprendi a reagir na mesma medida da ignorância que me atingia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse colégio vi pela primeira vez pessoas da minha idade fumando. Conheci a cocaína e a maconha. Nunca quis experimentar. Eu era meio precoce. Sabia onde isso ia dar, e não queria estar por perto. Foi a primeira vez, de muitas outras, em que decidi me afastar de uma pessoa. Era estranho. Mas necessário. Não queria ser como elas. As drogas as deixavam idiota. Não se davam bem com as famílias. Eu sabia que esse caminho me afastaria da minha mãe. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E aos poucos me transformava em um adolescente. Descobri o rock, a cachaça e as meninas gostosas. Me divertia horrores com essa tríade. Apesar da estupidez e do perigo da bebida. Descobri porque os adultos se divertiam muito nas festas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E com 12 anos minha vida mudou de vez. Conheci uma das pessoas mais sensacionais, inteligentes e engraçadas do mundo. Durante anos fomos unha e carne. O dia em que nos cruzamos pela primeira vez, um bêbado correu atrás de nós com uma faca. É que estávamos no fundo do prédio brincando com as duas filhas dele. Enquanto tentávamos convencer as meninas do nosso real interesse pela amizade delas, ambas perguntavam porque eu falava diferente... sem saber o que falar, ele pensou rapidamente, e disse “Ele tem uma doença. Ele precisa tomar remédio, por isso fala assim. Você não gostaria de ajudar ele um pouquinho?” E assim ele explicava que eu carregava o sotaque do Equador. Isso colaborou, e tudo caminhava como deveria, até que o pai delas viu pela janela a forma que brincávamos inocentemente. Ele gritou o nome delas, e disse para esperarmos já que iria nos matar. Claro que esperamos. Eu comecei a rir e pensar que ele não faria nada contra nós. Óbvio. Eu tinha 11 e meu amigo 13. Mas o óbvio no Brasil é um pouco diferente. Corri até ficar com a bunda dolorida. Corremos desesperadamente, e pulamos os muros para sobreviver. O que me fez fugir foi a informação minutos antes, de que ele era do Acre, e morava em São Paulo fugido de um processo por homicídio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não sabia o nome do meu breve amigo até que durante a fuga, sogrão gritava com a faca empunhada: “Vem aqui Fábio que eu vou te matar!!!” &lt;br /&gt;O resto eu conto amanhã...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2926246757312154632-55927029306930933?l=amaurichamorro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/feeds/55927029306930933/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2926246757312154632&amp;postID=55927029306930933&amp;isPopup=true' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/55927029306930933'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/55927029306930933'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/2009/09/20-anos-de-brasil.html' title='20 anos de Brasil'/><author><name>Amauri Chamorro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14614921572191334109</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_yj0yUCZdU64/TJlwctiAU7I/AAAAAAAAAFc/fGmyGp8aKMM/S220/OgAAAEaey8EfuTOqOy4MMksDVveZnQcZEU9qVHGfliKglYasB1wZFc-N3cpTH15IDNHTXQ_JjiAVWj8gG0d4oYeHjiAAm1T1UJ6-RidIBcPjW20idEjGdDB3Up_P.jpg'/></author><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2926246757312154632.post-3378815111155407385</id><published>2009-06-19T21:59:00.000-07:00</published><updated>2009-06-19T22:02:15.283-07:00</updated><title type='text'>Pré-texto.</title><content type='html'>Falo com as mãos como se fosse pré-texto. Uso-as como se a defesa estivesse ao alcance. Mas não há chance. Estamos rendidos pela limitação do que conseguimos tocar. Por isso, nosso mundo é pequeno, mesquinho, sem graça e divertido. Passamos o tempo tentando topar as coisas que os olhos vêem, e o coração sente. Mas a distância é tão curta quanto o abraço. Fingimos dá-lo para continuarmos presentes. &lt;br /&gt;Mas inventamos a saudades. Soma da distância, com o tempo vazio. Sobrevivem os que decidem por outra equação. Algumas duram mais. Algumas são fajutas. Outras são credo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfrento de peito aberto a intempérie da verdade. O destino é o único que acompanha mesmo não acreditado. Nós vamos por inércia. Amamos por comodismo e relutamos quando dói. Mas o caminho continua. Apenas a forma de atravessá-lo se modifica. A maioria dos animais segue o mesmo percurso. Apenas nós insistimos em mudar de rumo. Como se as respostas estivessem ali. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas como temos achamos as respostas, dadas, compradas, alugadas ou ganhas, somos nós. Só nós. A incrível possibilidade de ser o que somos, nos dá a incerteza de saber se realmente vamos pro lado certo. Daí, nos tornamos humanos. Fazemos errado. Nos definimos e somos. Infelizes ou festivos, cada um decide o quê&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2926246757312154632-3378815111155407385?l=amaurichamorro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/feeds/3378815111155407385/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2926246757312154632&amp;postID=3378815111155407385&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/3378815111155407385'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/3378815111155407385'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/2009/06/pre-texto.html' title='Pré-texto.'/><author><name>Amauri Chamorro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14614921572191334109</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_yj0yUCZdU64/TJlwctiAU7I/AAAAAAAAAFc/fGmyGp8aKMM/S220/OgAAAEaey8EfuTOqOy4MMksDVveZnQcZEU9qVHGfliKglYasB1wZFc-N3cpTH15IDNHTXQ_JjiAVWj8gG0d4oYeHjiAAm1T1UJ6-RidIBcPjW20idEjGdDB3Up_P.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2926246757312154632.post-3424237809751278246</id><published>2009-05-31T21:22:00.000-07:00</published><updated>2009-05-31T21:27:44.927-07:00</updated><title type='text'>Meta-Manifesto.</title><content type='html'>Ainda há tempo. A Web Semântica ainda não nos diz o significado real do que buscamos na internet. Acredito, uma das minhas teses, que a Web Semântica veio para dar sentido aos conteúdos na internet. Ai eles poderão definir, subliminarmente, o que devemos encontrar, quando buscamos algo. Por isso, www.myspace.com/bandatemblor participe e promova o Meta-Manifesto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.myspace.com/bandatemblor" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://s612.photobucket.com/albums/tt207/amaurichamorro/poster2.jpg" &lt;br /&gt;border="0" alt="TEMBLOR Official Myspace" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2926246757312154632-3424237809751278246?l=amaurichamorro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/feeds/3424237809751278246/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2926246757312154632&amp;postID=3424237809751278246&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/3424237809751278246'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/3424237809751278246'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/2009/05/meta-manifesto.html' title='Meta-Manifesto.'/><author><name>Amauri Chamorro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14614921572191334109</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_yj0yUCZdU64/TJlwctiAU7I/AAAAAAAAAFc/fGmyGp8aKMM/S220/OgAAAEaey8EfuTOqOy4MMksDVveZnQcZEU9qVHGfliKglYasB1wZFc-N3cpTH15IDNHTXQ_JjiAVWj8gG0d4oYeHjiAAm1T1UJ6-RidIBcPjW20idEjGdDB3Up_P.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2926246757312154632.post-2358407740537837010</id><published>2009-05-20T01:51:00.000-07:00</published><updated>2009-05-20T01:58:00.286-07:00</updated><title type='text'>Desde que.</title><content type='html'>O mundo se acaba em nós. O tempo imploda. E a ação se componha. O texto é quase sempre um tipo de pretexto para conseguir a ternura. É a vida. O abraço, o sonho, a recesso de poder continuar sem pedir licença. É a atitude do derrotado frente ao grito da vitória. É o pequeno argumento da vida perante os fatos da história. É a descrença para poder sobreviver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existir é mais do que a resposta. É mais do que o contexto. É o texto desconexo que engana ao escritor. Roteiro próprio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tempo não é nada. Um começo que termina. Um lapso. O próprio lapso. O fim da história. Mais do que o contido. Apenas o descrito. Que não é nada. O tudo se compara com o infinito. Mas o critério é comum, como o próprio aqui descrito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Impropério quase explícito. A ação de um critério. A justificativa do porém. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há uma retórica em toda verdade. Mas não há sinceridade no dito. Somos o contexto. Somos o léxico. Somos o semântico. Expressão insólita descrita como se nada fosse acontecer. Apenas o que pode e não pode. Depende de você.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2926246757312154632-2358407740537837010?l=amaurichamorro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/feeds/2358407740537837010/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2926246757312154632&amp;postID=2358407740537837010&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/2358407740537837010'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/2358407740537837010'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/2009/05/desde-que.html' title='Desde que.'/><author><name>Amauri Chamorro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14614921572191334109</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_yj0yUCZdU64/TJlwctiAU7I/AAAAAAAAAFc/fGmyGp8aKMM/S220/OgAAAEaey8EfuTOqOy4MMksDVveZnQcZEU9qVHGfliKglYasB1wZFc-N3cpTH15IDNHTXQ_JjiAVWj8gG0d4oYeHjiAAm1T1UJ6-RidIBcPjW20idEjGdDB3Up_P.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2926246757312154632.post-3358937167064139131</id><published>2009-05-01T11:51:00.000-07:00</published><updated>2009-05-01T12:10:32.843-07:00</updated><title type='text'>Disforme.</title><content type='html'>Há uma armadilha em nossas vidas. Armada, preparada, disposta. Ela se chama sentimentos. Como não a compreendemos, a acionamos. Nela ficam as nossas esperanças, sonhos, verdades, mentiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sincero mesmo é o vento. Sem sentimentos, mas que toca tudo sobre a terra. Ele não tem filtros, nem critérios para fazer parte da vida de todos. Ele está disposto sobre as coisas, como se fosse a única e real coisa que valesse a pena. Não depende de nós, e nem pode ser atrapado, nem moldado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somos matéria bruta, carne e osso. O mais sincero estágio do que fazemos com nós mesmos não é tangível. Mas está. Nas atitudes, na postura, no estúpido corpo que cultivamos. Sofremos muito e parece que ninguém se importa. É que precisamos ser admirados e respeitados pelo que sentimos. Mas os outros esperam coisas que possam ser vistas, palpadas e estocadas. Não sentimentos. E para nós o que importa é se os outros sabem disso. Quando nos fechamos em nós mesmos é que tudo perde sentido. Se sofrermos dividindo o sentimento, faz mais sentido. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa é a armadilha. A do reconhecimento. A do poder. A do senso de que tudo é mais do que realmente deveria ser. Somos criativos nos argumentos impunes de que a vida é mais do que realmente é. Somos incrédulos no processo de nos adotarmos como importantes para nós mesmos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há que se liberar do que achamos. Sejamos apenas. Como o vento. Disformes. Sem sentido previsto.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2926246757312154632-3358937167064139131?l=amaurichamorro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/feeds/3358937167064139131/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2926246757312154632&amp;postID=3358937167064139131&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/3358937167064139131'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/3358937167064139131'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/2009/05/desforme.html' title='Disforme.'/><author><name>Amauri Chamorro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14614921572191334109</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_yj0yUCZdU64/TJlwctiAU7I/AAAAAAAAAFc/fGmyGp8aKMM/S220/OgAAAEaey8EfuTOqOy4MMksDVveZnQcZEU9qVHGfliKglYasB1wZFc-N3cpTH15IDNHTXQ_JjiAVWj8gG0d4oYeHjiAAm1T1UJ6-RidIBcPjW20idEjGdDB3Up_P.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2926246757312154632.post-3342750439601537627</id><published>2009-04-02T22:28:00.000-07:00</published><updated>2009-04-02T22:37:08.637-07:00</updated><title type='text'>Desconforme.</title><content type='html'>Chore muito. Chorar é quase o único processo realmente demonstrativo de que somos racionais. Não machuca, mas dói muito. É sensível já que este corpo é a extensão do que pensamos. É exatamente o que compomos em nossas cabeças sobre o que realmente achamos que somos. Gordos, feios, fortes, saudáveis, deprimentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso a lágrima é a composição exata do que é sincero em nós. O sentir. Líquido, disforme, salgado, pesado e capaz de se fazer presente no lugar mais importante do corpo. Ela destrói a composição exata da alegria, ela aprofunda o sentimento da dor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, que quando o momento de apresentá-la ao mundo chegar, desprenda-se dos conceitos que por muito tempo definiram você como forte ou superior. Além da morte, este momento é um dos únicos que nos coloca como iguais. Ou seja, nos despe do que achamos ser. Nos deixa apenas com o que realmente somos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aprenda a dar colo aos que não a seguram. Aprenda a ser forte o suficiente de compreender o volume daquela pequena gota. Ela é o reflexo concreto do volume que o coração tem que expor ao mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Forte é aquele que a aceita. Pela dor, pelo amor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por não ter forma, a lágrima consegue preencher o espaço vazio de diversos sentimentos. O volume, a transparência e a composição. Líquido criado por nós, protege, limpa, alivia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saiba medir a sua vida pela quantidade de lagrimas derramadas. O total de vitórias e derrotas são contabilizadas por elas. Se foram poucas há uma certeza. Pouco se viveu, e poucas coisas você realmente fez que valessem a pena. Reveja a sua vida. Não que eu me importe por ela. Mas garanto que você ainda não sentiu nada. E não sentir, é não existir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chore. Chore muito. Não interessa o motivo. Mas chore. Sem choro não há um motivo concreto de viver. Sem a lágrima não há algo que justifique a sua insignificante capacidade de respirar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2926246757312154632-3342750439601537627?l=amaurichamorro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/feeds/3342750439601537627/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2926246757312154632&amp;postID=3342750439601537627&amp;isPopup=true' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/3342750439601537627'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/3342750439601537627'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/2009/04/desconforme.html' title='Desconforme.'/><author><name>Amauri Chamorro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14614921572191334109</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_yj0yUCZdU64/TJlwctiAU7I/AAAAAAAAAFc/fGmyGp8aKMM/S220/OgAAAEaey8EfuTOqOy4MMksDVveZnQcZEU9qVHGfliKglYasB1wZFc-N3cpTH15IDNHTXQ_JjiAVWj8gG0d4oYeHjiAAm1T1UJ6-RidIBcPjW20idEjGdDB3Up_P.jpg'/></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2926246757312154632.post-7477848019282845297</id><published>2009-04-01T23:00:00.001-07:00</published><updated>2009-04-01T23:00:39.611-07:00</updated><title type='text'>Desprocesso.</title><content type='html'>Acabei de descobrir um processo diferente de existir. Não é apenas uma questão de descobrir o que não conheço. É um processo de desconstrução da forma com que compreendo minha própria vida. O susto foi tão grande que decidi compartilhar as minhas opiniões sem medo. Claro, sem medo já que ninguém lê o que escrevo mesmo. Assim ficará bem mais fácil. Corro o risco, mas sem perigo algum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somos mais do que acreditamos. Somos mais do que podemos sentir. Somos mais do que podemos enxergar sobre nós mesmos. A existência invisível de ser aquilo que imaginamos é o que normalmente conhecemos como real. O real tocável, sentível, saboroso é a interpretação do que conseguimos captar. O que enxergamos sobre nós é um composto de dados, que chamaremos aqui como códigos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cada novo passo, no sentido do descobrimento de qualquer coisa, é um passo no sentido de que devemos presenciar processos de relacionamento com pessoas, e com o mundo palatável. Mas essa construção e definição das coisas através da experiência simples da comprovação de que é real, ou melhor, através dos métodos que definem este real é de algum modo, no mínimo incompleto, incapaz e para alguns, errado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As formas que utilizamos para questionar a própria existência de Deus são ineficazes. Sou ateu, e nunca perdi um momento da minha estúpida existência para descrever quão idiota era explicação daqueles que acreditam em algo superior. Esqueçamos aqui o rigor e o respeito às crenças. Não é uma discussão dogmática. Se você já não entendeu e discorda de algo, por favor perca seu tempo de outra forma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A base da nossa experiência administrável, o que alguns definem como vida, é constituída de uma série de interpretações. Essas interpretações surgem ao longo do tempo em que existimos como forma de encontrarmos respostas. A definição clara do que devemos ser, neste momento meu caro, foi composta por alguém em você. Com essas informações inseridas em você, definimos o que é certo-errado, bom-ruim, melhor-pior. São poucos o que detêm a real capacidade de compreender que o mundo em que vivemos é a enorme composição de um ambiente interpretado por todos. E que no espaço físico em que nos relacionamos existem forças de coexistência, poder e certezas. As duvidas quase sempre são o motor que transforma nossa vida num eterno mudar de rumo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há verdade cabível. Não há certeza concreta. Não há existência. Criamos as leis para que a tangência das nossas vontades sobre a matéria, humana ou do lastro, pudesse ser definida sem que nos matássemos. E a verdade aos poucos se tornou algo interpretável. Como ela não existe, ela não é real. Ela então passa pelo filtro social existenciável para que num determinado momento alguém saia ganhando. Simples assim. Não há no mundo um país que não utilize interesses pessoais para determinar um caminho, uma decisão das leis, ou a derrota dos que mais precisam de ajuda para sub-existir. A Noruega em seu mais alto grau de evolução social, política e administrativa, solidária com países e culturas que precisam de conhecimento continua matando baleias à beira da extinção por uma questão cultural. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A nossa anestesia existencial é crítica e explicável aos olhos daqueles que compreendem a sociedade feita de conhecimento palpável. Mas não. O conhecimento deve ser construído não apenas da energia mecânica das coisas. O conhecimento deve estar naquilo que sentimos. Sentir é um processo tão complexo que nem a ciência que desenvolve tudo, o decodificou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acredito que o sentir é um processo tão único de cada ser, que jamais será compreendido na sua totalidade. O sentir, é o real saber de tudo. Como sentimos, e como criamos uma relação emocional com as coisas é o que importa. Neste campo não decompomos o sistema em que vivemos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A distorção do que é certo e errado chegou ao ponto de aceitarmos a subtração do próprio sistema material que nos sustenta. Nos afastamos do mau cheiro porque nos dá nojo e vomitamos. Mas somos incapazes de ajudar as pessoas que comem lixo para que não voltem a fazê-lo. Independente do motivo, não o fazemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que você acabou de sentir ao ler é o que realmente importa. Não é questão de deter o poder da verdade do que é melhor, ou pior. É a simples força que a emoção do que conseguimos captar do nosso mundo. Não o mundo. Não a nossa existência material nele. O nojo do lixo é uma composição de códigos pré determinados. Como há gente que vive dele, e consegue dele a comida, se eu quero vomitar? A necessidade de comer, e a falta de possibilidade de se saciar no restaurante em que as nossas famílias deixam sobras podem ser a definição. Ou seja, a percepção do nosso redor. Através de diversas formas de contexto e de explicações. Assim começamos a nos livrar de preceitos. Esses preceitos nos determinaram o que é a vida, o que é a existência. Existir não pode ser determinado pelo nosso estado físico. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continuo depois.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2926246757312154632-7477848019282845297?l=amaurichamorro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/feeds/7477848019282845297/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2926246757312154632&amp;postID=7477848019282845297&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/7477848019282845297'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/7477848019282845297'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/2009/04/desprocesso.html' title='Desprocesso.'/><author><name>Amauri Chamorro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14614921572191334109</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_yj0yUCZdU64/TJlwctiAU7I/AAAAAAAAAFc/fGmyGp8aKMM/S220/OgAAAEaey8EfuTOqOy4MMksDVveZnQcZEU9qVHGfliKglYasB1wZFc-N3cpTH15IDNHTXQ_JjiAVWj8gG0d4oYeHjiAAm1T1UJ6-RidIBcPjW20idEjGdDB3Up_P.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2926246757312154632.post-8385686532120141204</id><published>2009-03-22T19:37:00.000-07:00</published><updated>2009-03-22T19:46:34.041-07:00</updated><title type='text'>Sin Zero.</title><content type='html'>Temos que trocar os verbos. O tempo, e o que eles indicam. Eles são normas que nem sempre explicam o que queremos. Dependemos deles para dizer o que sentimos.&lt;br /&gt;E aí começa a imperfeição realizável. E sempre há algo unicamente imperdoável. E dependendo da conjugação, teremos cometido o erro. E quase sempre com quem não merece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tempo é único. Indivisível como a própria vida. Ele não existe sobre outro aspecto além do nosso. Queremos tê-lo a nosso serviço. E quase sempre enganados por nós mesmo, o conseguimos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou sincero comigo. Perdi meu tempo. Perdi com escolhas, com o que me caiu no colo, com as oportunidades. Não sou mais aquele que quer aproveitar o tempo. Ele não resta. Vejo o dia, a noite, e a tarde como o pressuposto do que é estar aqui. Sem o desespero do que não vivi, sem a tortura do que passou. Existo conforme o tempo e a música.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há tempo pro que queríamos. Acreditamos em novas coisas, usamos o tempo para elas. E no fim, ele passou, assim como a vontade de tê-las. O poder de querer algo, é o poder do tempo. Afinal é o que mais gastamos ao longo das nossas vidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sei para que estamos aqui. E na verdade, ninguém sabe. O que sabemos foi devidamente programado, ensinado, debatido e certificado, por alguém como nós. Se a verdade única e concreta de vir ao mundo se realiza na crença de que estamos aqui por algo, acredito na minha mentira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O concreto do prédio ou da poesia não é sinônimo da grandiosidade humana. Não há algo maior do que a própria dúvida de todas as respostas ditas. Elas são tão criadas quanto o Apocalipse. Começo, meio e fim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me deixo só. Quase sempre como deve ser. Aprendi a desmontar tudo aquilo que os meus sentidos captam. Aprendi que só o ritmo único de continuar a pulsar nas artérias é o ritmo correto de aproveitar o que temos aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Defino-me como sou. Defino-me como me enxergam. Nem mais, nem menos. Defino-me como este texto. Cheio de sentidos para mim, cheio de erros para a norma. Mas não penso como me defino. Não há como utilizar-nos na referência das coisas que acreditamos. Vivemos muito menos do que o necessário para saber se o que achamos é viável, importante ou ridículo. O problema reside quando nós decidimos se o que sabemos é a verdade. O conhecimento é pequeno se comparado às duvidas. A mentira é uma dúvida. É a verdade conjuntural aplicada propositalmente para um fim pessoal. Ou seja, nós mesmos no momento em que conjugamos os verbos para explicar o sentido das coisas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2926246757312154632-8385686532120141204?l=amaurichamorro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/feeds/8385686532120141204/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2926246757312154632&amp;postID=8385686532120141204&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/8385686532120141204'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/8385686532120141204'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/2009/03/sin-zero.html' title='Sin Zero.'/><author><name>Amauri Chamorro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14614921572191334109</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_yj0yUCZdU64/TJlwctiAU7I/AAAAAAAAAFc/fGmyGp8aKMM/S220/OgAAAEaey8EfuTOqOy4MMksDVveZnQcZEU9qVHGfliKglYasB1wZFc-N3cpTH15IDNHTXQ_JjiAVWj8gG0d4oYeHjiAAm1T1UJ6-RidIBcPjW20idEjGdDB3Up_P.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2926246757312154632.post-4370752674386231295</id><published>2009-02-05T22:16:00.000-08:00</published><updated>2009-02-05T22:35:28.940-08:00</updated><title type='text'>Nem sempre importa.</title><content type='html'>A respeito do que fazemos, a lição nunca é pouca. A sobra do que queríamos alimenta o nosso coração. Olhar ao passado e sentir que o tempo foi justo, tranqüiliza. Não queremos aplausos. Não queremos olhos que nos cuidem. Queremos o bom senso da discórdia para sempre. E afinal, ninguém os merece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somos um eterno ir, sem nunca deixar de ser. Não pretendo perder o tempo que me resta. Na verdade não vou dividi-lo. Ele é só meu. Existe para mim, como para mais ninguém. Só a mim pertence quando perdido. A certeza do fim atende as expectativas de planos a longo prazo. Mas meu dia é hoje. Mesmo que algumas vezes a sinceridade ganhe força. Assim como a solidão da verdade quando bate no peito. Acompanha calada, sem se queixar. Por isso somos perenes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas continuo de braços abertos. Como se a bala não fosse atingir. Não deixarei de abraçar ninguém com medo do impacto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o todo continua. A soma das coisas resulta, os verbos se conjugam e os olhos se fecham ao fim de um dia. Mesmo que tenha durado uma noite inteira. E o tudo se simplifica.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2926246757312154632-4370752674386231295?l=amaurichamorro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/feeds/4370752674386231295/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2926246757312154632&amp;postID=4370752674386231295&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/4370752674386231295'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/4370752674386231295'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/2009/02/nem-sempre-importa.html' title='Nem sempre importa.'/><author><name>Amauri Chamorro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14614921572191334109</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_yj0yUCZdU64/TJlwctiAU7I/AAAAAAAAAFc/fGmyGp8aKMM/S220/OgAAAEaey8EfuTOqOy4MMksDVveZnQcZEU9qVHGfliKglYasB1wZFc-N3cpTH15IDNHTXQ_JjiAVWj8gG0d4oYeHjiAAm1T1UJ6-RidIBcPjW20idEjGdDB3Up_P.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2926246757312154632.post-4746223724440712125</id><published>2009-02-04T21:11:00.000-08:00</published><updated>2009-02-04T21:39:58.107-08:00</updated><title type='text'>Anunciação.</title><content type='html'>Tudo ao mesmo tempo. Sempre só, mas ao mesmo tempo. Sempre, então. Agora que nosso destino é parte ciência, parte crença, a virtude de escolher o que quero é parte vital de algo definido. Não comprovado, não acreditado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A escolha vital. Como o oxigênio, não é nossa. Mas nem sempre há vontade. Se no sopro que é a vida houver chance, estou sem ar. Acostumei a não ter fôlego. Mas não deixei de respirar. Por isso a peleja. Falta ar. A multidão questiona conflitos, sem ter respostas para dar paz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Buscamos a chance do real engano, na procura da falsa luz da verdade. O sol do meio dia brilhará bem mais se acharmos, há certeza. Mesmo sem o brilho. Há luz em tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, ao mesmo tempo. Tudo agora de repente. Como se a memória fosse curta. O lapso que guarda tudo o que não veio. Ela está presente, o futuro poderá chegar. Cheio de vida vazia. Se a temos, razão já fez sentido. Mesmo sem costume. Mesmo desentendido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cuidado se o sorriso treme, se o olhar simula, se a mão aponta. As formas, o saber, e a vitória são inventadas. São possuídas por poucos, festejadas por todos, e ensinadas por ninguém. Tente fazer história. Por que da vida, sobra apenas túmulo com data e um corpo com nome&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A voz do que somos não sai das bocas. Ela ecoa do coração. Por isso, um dia ela acaba. Tudo, ao mesmo tempo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2926246757312154632-4746223724440712125?l=amaurichamorro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/feeds/4746223724440712125/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2926246757312154632&amp;postID=4746223724440712125&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/4746223724440712125'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/4746223724440712125'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/2009/02/anunciacao.html' title='Anunciação.'/><author><name>Amauri Chamorro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14614921572191334109</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_yj0yUCZdU64/TJlwctiAU7I/AAAAAAAAAFc/fGmyGp8aKMM/S220/OgAAAEaey8EfuTOqOy4MMksDVveZnQcZEU9qVHGfliKglYasB1wZFc-N3cpTH15IDNHTXQ_JjiAVWj8gG0d4oYeHjiAAm1T1UJ6-RidIBcPjW20idEjGdDB3Up_P.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2926246757312154632.post-8307753126375563439</id><published>2008-12-30T12:41:00.000-08:00</published><updated>2009-02-04T21:11:39.537-08:00</updated><title type='text'>Requiem. Do Ano Novo.</title><content type='html'>Um ano mais. Um ano menos. Tudo pode acontecer daqui pra frente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O destino é algo creditado por todos. Assim é mais simples aceitar os desabores do futuro. Mas eu desejo algo simples pra todos nós. Aprendi, como sempre, de que tudo é pouco. Alguns preceitos dos antigos são validos. Ainda mais quando o tempo nos acerca deles. Envelhecer é sinônimo de experiência, e de menos energia pro alcanço. Envelher é sinônimo do certo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me sinto frustrado pelas metas redefinidas. Mas me sinto algós do que atingi. Isso me dá tesão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espero que a meia dúzia de pessoas que acompanharam este texto, realizem o que de fato é de pretexto. Câmbio. Receio. Não idiotice. Ou seja, sejamos menos tolos. Sejamos mais capazes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um futuro pré-definido, uma aliança facilitada é o que todos queremos. Mas não será assim. Alguém pode mastigar o futuro pra todos nós. Alguém poderá te facilitar a vida. Mas ninguém poderá conquistar as coisas por você. Essas pequenas vitórias da sobrevivência individual valem muito. Só pra você, mas valem. Te alimentam. Te sobrevivem. Aprenda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aprenda a se doar. Aprenda a entender que o pouco que você conquistou não é nada. O que precisamos fazer é eterno. E o que temos é maior do que precisamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caros amigos, continuarei aqui. Não escreverei apenas. Farei. Como se o mundo fosse uma piada. Como se o sofrimento dos que não recebem nosso abraço de ano novo fosse alegoria. Assino aqui o compromisso. O Comprimosso do Custe o Que Custar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você assina, por favor, comente algo, e assine com seu e-mail.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Errei publicamente. Mas sem a vergonha, não teria reconhecido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assumo aqui:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Apoiei o Hamas e o Hesbolah. Achava que os Judeus simplesmente estavam errados.&lt;br /&gt;- Galeano era o que queria. Mas há sempre a retórica do questionamento.&lt;br /&gt;- O Comunismo tinha uma razão. Mesmo que inteligível.&lt;br /&gt;- Metal para sobreviver. Mesmo que ruim.&lt;br /&gt;- Incapaz, apesar de discordante.&lt;br /&gt;- Mainardi pelo texto. Apenas pelo texto.&lt;br /&gt;- Meu amor paterno não foi incondicional. Quem tem Anita precisa do q?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Feliz ano novo. Feliz Natal. Feliz. Por algo há de ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assumo aqui:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Farei o meu melhor.&lt;br /&gt;- Mudarei alguns pequenos mundos.&lt;br /&gt;- Serei mais tolerável (só pela certeza de que não estava certo)&lt;br /&gt;- Amarei mais. Familia.&lt;br /&gt;- Conciliarei.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2926246757312154632-8307753126375563439?l=amaurichamorro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/feeds/8307753126375563439/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2926246757312154632&amp;postID=8307753126375563439&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/8307753126375563439'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/8307753126375563439'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/2008/12/requiem-do-ano-novo.html' title='Requiem. Do Ano Novo.'/><author><name>Amauri Chamorro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14614921572191334109</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_yj0yUCZdU64/TJlwctiAU7I/AAAAAAAAAFc/fGmyGp8aKMM/S220/OgAAAEaey8EfuTOqOy4MMksDVveZnQcZEU9qVHGfliKglYasB1wZFc-N3cpTH15IDNHTXQ_JjiAVWj8gG0d4oYeHjiAAm1T1UJ6-RidIBcPjW20idEjGdDB3Up_P.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2926246757312154632.post-5885557049465626536</id><published>2008-12-03T00:35:00.000-08:00</published><updated>2008-12-03T00:37:25.917-08:00</updated><title type='text'>Macondo.</title><content type='html'>Algumas vezes você ouve. Algumas vezes engole. Algumas vezes você receita. Algumas vezes absorve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pára. O preço do engano é sempre cobrado só por você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faça o que for preciso. Não há muro que resista. Não há discurso que sobre. Ao argumento, só o desejo da retórica. Não há fato que dure, o tempo sempre é determinado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Iludo. Tanto quanto foi comigo. Palavras aceitam. Idéias não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Feliz Natal. Sorria. Há um preço. Eu espero. Tapa nas costas. Há sempre o fim. Assim, como o ano há pro começo. E no fim, o berro. Expresso como se algumas vezes fosse o único pretexto.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2926246757312154632-5885557049465626536?l=amaurichamorro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/feeds/5885557049465626536/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2926246757312154632&amp;postID=5885557049465626536&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/5885557049465626536'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/5885557049465626536'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/2008/12/macondo.html' title='Macondo.'/><author><name>Amauri Chamorro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14614921572191334109</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_yj0yUCZdU64/TJlwctiAU7I/AAAAAAAAAFc/fGmyGp8aKMM/S220/OgAAAEaey8EfuTOqOy4MMksDVveZnQcZEU9qVHGfliKglYasB1wZFc-N3cpTH15IDNHTXQ_JjiAVWj8gG0d4oYeHjiAAm1T1UJ6-RidIBcPjW20idEjGdDB3Up_P.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2926246757312154632.post-370635166365842991</id><published>2008-11-11T23:28:00.000-08:00</published><updated>2008-11-12T08:48:45.334-08:00</updated><title type='text'>Se preciso for.</title><content type='html'>Somos a soma das nossas necessidades físicas com a capacidade infinita de sobreviver aos pensamentos. O que o nosso corpo não aguenta, a nossa mente impõe. E assim nos tornamos humanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há sempre o que temer. Há sempre o que dispor. Há sempre um ser. Nem que seja por trás, do discurso, das aparências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dizer é bem mais simples do que agir. Agir requer a mente numa vontade indispensável de querer. Cuidado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como se o nosso corpo fosse Gabriele Andersen. Como se a nossa força fosse Mandela. Somos apenas homens. Independente de ser o evoluído ou apenas o que comeu a maçã. Há sempre um deserto infinito e pessoal por atravessar. Há sempre o direito nosso de encobrir as mazelas que tocam o nosso coração. É mais fácil. E mais uma vez continuamos a nos enganar. Vivos. Mas felizes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Distantes, cômodos e sozinhos, vimos alguém vencer. Como se a vitória fosse nossa, comemoramos. Como se a frustração estivesse derrotada. Como se a pesada necessidade de viver, fosse aliviada. Mas alguém sempre requer o sincero abraço dos derrotados. Nem que seja para sobreviver ao seu próprio julgamento. Só me resta estender meus braços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltar pra mim? Ou voltar pro começo? É mais fácil se entregar. É mais fácil partir do princípio em que não estávamos prontos. Nem preparados. Nem postos. Nem seguros. Mas mesmo assim, continuamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste texto sinto-me Deus. Perdão aos crentes. Mas ao escrever sinto uma total liberdade de compartilhar. Nem que sejam os infortúnios. Nem que seja pra mim mesmo. Sou aqui, o que quero ser. O corpo que resiste. A mente que impõe. O humano que se forma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sei se o frenesi é causado pelo voyeurismo do desastre, ou pela exibição do ferido. Mas ambos me satisfazem. É como a eterna tentativa de compor uma música que alguém já fez. E assim continuo. Sem parar. Sem retornos. Sem deserções. Sem riscos. Sem miséria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tente ajudar. Normalmente não nos importamos. Normalmente disponibilizamos o nosso futuro perante as coisas que não temos controle. Não vai valer a pena. Apesar desta ser a minha chance. É bem mais fácil assim. Afinal, não temos o controle mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A verdade é aquela que acreditamos. Não aquela que aprendemos. Mesmo que nos acuse. Mesmo que nos desminta. Mesmo que nos faça menores. Quando nos deitamos no escuro da solidão em nossas camas, sentimos a real existência dela no peso das respostas. Daí começa a frustração da manhã sem significados. Dia após dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não vou perder o tempo em entender. Não vou perder o tempo em compreender. Vou viver. Como se fosse a última vez. Mas não vou viver uma vida frustrantemente feliz. Vou ser aquilo que preciso for.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2926246757312154632-370635166365842991?l=amaurichamorro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/feeds/370635166365842991/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2926246757312154632&amp;postID=370635166365842991&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/370635166365842991'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/370635166365842991'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/2008/11/se-preciso-for.html' title='Se preciso for.'/><author><name>Amauri Chamorro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14614921572191334109</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_yj0yUCZdU64/TJlwctiAU7I/AAAAAAAAAFc/fGmyGp8aKMM/S220/OgAAAEaey8EfuTOqOy4MMksDVveZnQcZEU9qVHGfliKglYasB1wZFc-N3cpTH15IDNHTXQ_JjiAVWj8gG0d4oYeHjiAAm1T1UJ6-RidIBcPjW20idEjGdDB3Up_P.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2926246757312154632.post-1091106568675290012</id><published>2008-10-29T22:10:00.000-07:00</published><updated>2008-10-29T22:20:20.946-07:00</updated><title type='text'>Pode ser</title><content type='html'>Sempre há a possibilidade de vencer. Mesmo que a possibilidade seja uma mentira. Vencer é algo que nós nos disponibilizamos. O prêmio é commodity. Tem preço e tudo mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não vim ao mundo para vitórias. Só há vitórias com a derrota de terceiros. Não quero derrotar ninguém. Há muito trabalho em nossas vidas para travarmos guerras pessoais para sobrevivermos à nossa existência ridícula. Faço o que o palpitar do meu coração determinar. Então, até ele terminar o seu serviço, continuarei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há saída. Não haverá mudança. Não desaqueceremos a terra. Não salvaremos as crianças desnutridas. Não educaremos os analfabetos. Mas não vou ficar aqui esperando. Só quem pode andar é quem sabe como estamos longe. Quem está na platéia, apenas calcula a distância. Vamo aê, vai? Convite sincero e inútil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Precisar, precisamos. Mas a quem vamos recorrer? A ninguém. Ou você acredita em quem bate palma? Acredite nos que sobrevivem dia após dia levando este continente nas costas. Deixe de lado esperanças prontas. Construa sua própria verdade. Já é um começo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dedico esta postagem ao meu tio Carlão. Morto na última terça-feira às 15horas num acidente de Caminhão na Bandeirantes. Não teve tempo de parar. Reduziu sua cabine à algo não compreensível. Homem honesto, humilde. Pai de 4 filhos. Não tive tempo de vê-lo em 20 anos que moro no Brasil. Beijos tio.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2926246757312154632-1091106568675290012?l=amaurichamorro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/feeds/1091106568675290012/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2926246757312154632&amp;postID=1091106568675290012&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/1091106568675290012'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/1091106568675290012'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/2008/10/pode-ser.html' title='Pode ser'/><author><name>Amauri Chamorro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14614921572191334109</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_yj0yUCZdU64/TJlwctiAU7I/AAAAAAAAAFc/fGmyGp8aKMM/S220/OgAAAEaey8EfuTOqOy4MMksDVveZnQcZEU9qVHGfliKglYasB1wZFc-N3cpTH15IDNHTXQ_JjiAVWj8gG0d4oYeHjiAAm1T1UJ6-RidIBcPjW20idEjGdDB3Up_P.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2926246757312154632.post-1263342368633031078</id><published>2008-10-15T21:14:00.000-07:00</published><updated>2008-10-20T06:29:47.866-07:00</updated><title type='text'>Quase sempre</title><content type='html'>Por mais que tentemos. Por mais que sobrevivamos. Por mais que o destino amenize a grande dificuldade da nossa vida é, apenas, vive-la. Incólume. O vazio da solidão é um consolo quando realmente não temos alguém para preenchê-la. Apenas basta fingir que não somos só nós e o espaço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algo nos encontra nos momentos em que sabemos que o ânimo de viver falta. Amigos baratos, recados diretos e tapas nas costas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vivo para sempre. Mesmo que seja só para mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há sempre uma esperança na esquina. Na benevolência da travessia de um cego. Pode ser pouco para nós. Mas não conseguimos enxergar na escuridão de quem caminha. Sabemos o que é um passo à luz de céu de brigadeiro. Mas não sabemos como fazer escolhas na turbulência de um dia difícil. Sempre. Sempre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como Marvin Gaye. Que teve a sua vida retirada pelo que a concedeu. Entregamos o nosso destino aos mesmos que acreditamos terem nos dado a dádiva da escolha. Para alguns a internet. Para outros a TV.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espero que cada um de vocês acredite no palpitar do seu coração. Não no barulho do ultra-som. Não precisamos de filtros. Não precisamos de mediadores. Não precisamos que nos digam o que ainda não sabemos. Um dia aprenderemos. Quero saber a dificuldade de ser quem sou. Quero sentir a vida como ela é. Sem a ajuda de ninguém.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2926246757312154632-1263342368633031078?l=amaurichamorro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/feeds/1263342368633031078/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2926246757312154632&amp;postID=1263342368633031078&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/1263342368633031078'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/1263342368633031078'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/2008/10/quase-sempre.html' title='Quase sempre'/><author><name>Amauri Chamorro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14614921572191334109</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_yj0yUCZdU64/TJlwctiAU7I/AAAAAAAAAFc/fGmyGp8aKMM/S220/OgAAAEaey8EfuTOqOy4MMksDVveZnQcZEU9qVHGfliKglYasB1wZFc-N3cpTH15IDNHTXQ_JjiAVWj8gG0d4oYeHjiAAm1T1UJ6-RidIBcPjW20idEjGdDB3Up_P.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2926246757312154632.post-8607282755102674933</id><published>2008-10-05T22:56:00.000-07:00</published><updated>2008-10-05T22:57:53.681-07:00</updated><title type='text'>O total das coisas</title><content type='html'>Há endereços certos para sentimentos. Há distâncias corretas para opiniões. Há critérios esquecidos para credos. A soma de tudo que dissemos e fazemos é o que resulta no que somos. Não acredite na benevolência do espelho, nem no sorriso dos que te querem. Somos sim um erro. A discrepância natural do que existe entre nós e o mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há nada além daquilo que é percebido pelos outros. Uma mostra clara da delicadeza de sermos o que somos, é a barateza do nosso caráter. Mas desde que os alheios ao nosso narcisismo não se machuquem estaremos no caminho certo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vida é uma. Curta, gasta, poluída e algumas vezes triste. E por ser intransferível, impessoal e imprevisível não perderei tempo. Há sim algumas idéias que debater. Alguns amores que sofrer. Algumas notas que desafinar. Alguns recados para esquecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dos tropeços sobram a dor do impacto, e a certeza de que provavelmente encontraremos a mesma pedra umas quatro vezes mais em nossas vidas.  Há uma procura natural em ter que encontrá-la até tombarmos. O segredo é saber cair para ter como se levantar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É como conviver com a barbárie de torturadores vivos e soltos. É como ver a descrença de um continente com diamantes e sem comida. Associamos ambigüidades para reproduzir a ciência da tolerância. Ciência esta que nos fortaleceu a capacidade de não decapitar um contrário, ou de sobrevivermos às nossas próprias mentiras. Afinal, precisamos não ser selvagens. Como os justos que corrompem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não acredito mais na forma das instituições. Há necessidades não de reformas. Não de revoluções. Mas sim de renascimentos. Precisamos recriar a própria essência da nossa existência. Por favor, assistamos ao mundo. Não é concebível viver numa miséria estrutural, moral e prática, sem fazermos algo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que viver assim? Apontemos nossos olhares e fiscalizamos nossos umbigos. Construímos nossa vida como uma Brasília. Para ser solitária, burocrática e cheia de itinerantes que nos cobram caro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não aceito mais isso. Quero meu facão. Abrirei minha clareira. Mesmo que as árvores sejam pessoas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2926246757312154632-8607282755102674933?l=amaurichamorro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/feeds/8607282755102674933/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2926246757312154632&amp;postID=8607282755102674933&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/8607282755102674933'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/8607282755102674933'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/2008/10/o-total-das-coisas.html' title='O total das coisas'/><author><name>Amauri Chamorro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14614921572191334109</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_yj0yUCZdU64/TJlwctiAU7I/AAAAAAAAAFc/fGmyGp8aKMM/S220/OgAAAEaey8EfuTOqOy4MMksDVveZnQcZEU9qVHGfliKglYasB1wZFc-N3cpTH15IDNHTXQ_JjiAVWj8gG0d4oYeHjiAAm1T1UJ6-RidIBcPjW20idEjGdDB3Up_P.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2926246757312154632.post-6985286455576651725</id><published>2008-09-22T21:58:00.000-07:00</published><updated>2008-09-22T22:02:20.945-07:00</updated><title type='text'>Tudo pode ser</title><content type='html'>Há sempre tempo para tentar evitar. Quase sempre insuficiente. Quase sempre no momento errado. Quase sempre injustificável. Mas continuamos os nossos caminhos, como se responsabilidade fosse do tempo, e não nossa. Como se não fizéssemos parte um do outro. Há uma dúvida nas verdades. Há sempre a possibilidade de não ser o que somos. E muito menos de sermos o que evitamos. Alguns sabemos, poucos dizemos. Ninguém assume.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há uma vida pequena, finita, e que existe apenas quando estamos acordados. Há anos. Há séculos. Há frações. Há decimais. Há abraços. Há obrigados. Há amigos. Não percamos de vista o que realmente é tangível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A versão dos fatos não é de quem participou do evento. É de quem a conta. E para quem fica, sempre a palavra final. Espero que estes epitáfios digitais sejam fatos consumados.  Venho de um lugar onde não há perdão. Mas sobram os obrigados. A vida é feita das pessoas que te rodeiam. Não há escapatória. Por isso, não se preocupe na vida que você leva, mas no que ela afeta aos próximos. As vezes ninguém nos merece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E continuamos incólumes. Dolorosos. Sinceros. Justificáveis. Inúteis. Além de a nós mesmos, a quem mais valeria a pena?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2926246757312154632-6985286455576651725?l=amaurichamorro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/feeds/6985286455576651725/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2926246757312154632&amp;postID=6985286455576651725&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/6985286455576651725'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/6985286455576651725'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/2008/09/tudo-pode-ser.html' title='Tudo pode ser'/><author><name>Amauri Chamorro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14614921572191334109</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_yj0yUCZdU64/TJlwctiAU7I/AAAAAAAAAFc/fGmyGp8aKMM/S220/OgAAAEaey8EfuTOqOy4MMksDVveZnQcZEU9qVHGfliKglYasB1wZFc-N3cpTH15IDNHTXQ_JjiAVWj8gG0d4oYeHjiAAm1T1UJ6-RidIBcPjW20idEjGdDB3Up_P.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2926246757312154632.post-1335914107432701201</id><published>2008-08-22T20:20:00.000-07:00</published><updated>2008-08-22T20:32:45.508-07:00</updated><title type='text'>Gerações do Temblor.</title><content type='html'>Começou. O Gabriel demonstrou que é possível. E com uma facilidade de encher os olhos e o coração. Minha preocupação sempre foi a capacidade de expressar o que eu penso. Mas a linguagem ultrapassou essa possibilidade de informar. O time é muito completo. Somos poucos, mas muito eficientes. Estou deslumbrado com a capacidade estética de reproduzir nossos arranjos no estúdio. Além de reproduzir, a qualidade da execução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será uma redenção do que não pude.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fizemos 4 músicas em apenas algumas horas. Estou praticamente sem dormir, e assim será até o fim das baterias. O resto é fácil. Apenas a voz me preocupa. Espero chegar ao patamar dos meus colegas. Luto pra isso. Treino pra isso. Rezo pra isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi uma espécie de presente. Começou no dia do meu aniversário. Terminou 4 dias depois. Momentos especiais registrados para sempre. Pela primeira vez estou desfrutando de gravar. Grandes pessoas tentando ser honestas. Estamos no caminho.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2926246757312154632-1335914107432701201?l=amaurichamorro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/feeds/1335914107432701201/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2926246757312154632&amp;postID=1335914107432701201&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/1335914107432701201'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/1335914107432701201'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/2008/08/geraes-do-temblor.html' title='Gerações do Temblor.'/><author><name>Amauri Chamorro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14614921572191334109</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_yj0yUCZdU64/TJlwctiAU7I/AAAAAAAAAFc/fGmyGp8aKMM/S220/OgAAAEaey8EfuTOqOy4MMksDVveZnQcZEU9qVHGfliKglYasB1wZFc-N3cpTH15IDNHTXQ_JjiAVWj8gG0d4oYeHjiAAm1T1UJ6-RidIBcPjW20idEjGdDB3Up_P.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2926246757312154632.post-6320206494603950536</id><published>2008-08-08T14:28:00.000-07:00</published><updated>2008-08-08T14:30:00.513-07:00</updated><title type='text'>inDesign</title><content type='html'>Me pergunto, quando adquirimos a capacidade de magoar a quem queremos? Na verdade nossa delicadeza é a mesma com todos. Mas só os que se importam, a sentem. A qualidade da relação entre nós é produto de varejo. O atacado fica no carinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o amor momento, há sinfonia completa. Palco, cordas, maestro. Falta o tema. O arranjo é fácil executável. Mas devemos entender que nem tudo são perguntas, nem tudo são respostas. Não são todos os corações que entendem a harmonia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há uma relação incompreensível entre a natureza das coisas e o que produzimos. Sentimentos não são naturais. Amor e afeto carregam uma quantidade considerável de símbolos precisamente moldados para que nossos pares nos queiram. Produzimos algo para que tenha uma função. É o design propriamente dito. Formas com funções e competências. Tamanho, textura, equilíbrio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E assim nasceu o homem. Na sua essência, um ser com a capacidade de magoar a quem ama. Se não nos ensinassem amar, não saberíamos machucar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2926246757312154632-6320206494603950536?l=amaurichamorro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/feeds/6320206494603950536/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2926246757312154632&amp;postID=6320206494603950536&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/6320206494603950536'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/6320206494603950536'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/2008/08/indesign.html' title='inDesign'/><author><name>Amauri Chamorro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14614921572191334109</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_yj0yUCZdU64/TJlwctiAU7I/AAAAAAAAAFc/fGmyGp8aKMM/S220/OgAAAEaey8EfuTOqOy4MMksDVveZnQcZEU9qVHGfliKglYasB1wZFc-N3cpTH15IDNHTXQ_JjiAVWj8gG0d4oYeHjiAAm1T1UJ6-RidIBcPjW20idEjGdDB3Up_P.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2926246757312154632.post-4099641031567383955</id><published>2008-07-24T07:48:00.000-07:00</published><updated>2008-07-24T07:52:01.727-07:00</updated><title type='text'>Como Explicar o Rock...</title><content type='html'>Vamos criar uma fábula que possa explciar as vertentes do Rock...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"No alto do castelo, há uma linda princesa - muito carente - que foi ali trancada, e é guardada por um grande e terrível dragão"...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HEAVY METAL:&lt;br /&gt;O protagonista chega no castelo numa Harley Davidson, mata o dragão, enche a cara de cerveja com a princesa e depois transa com ela. Posteriormente se separam quando ela descobre que ele transou com uma groupie.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;METAL MELÓDICO:&lt;br /&gt;O protagonista chega no castelo num cavalo alado branco, escapa do dragão, salva a princesa, fogem para longe e fazem amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;THRASH METAL:&lt;br /&gt;O protagonista chega no castelo, duela com o dragão, salva a princesa e transa com ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;POWER METAL:&lt;br /&gt;O protagonista chega brandindo sua espada e trava uma batalha gloriosa contra o dragão. O dragão sucumbe enquanto ele permanece em pé, banhado pelo sangue de seu inimigo, sinal de seu triunfo. Resgata a princesa. Esgota a paciência dela com auto-elogios e transa com ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FOLK METAL:&lt;br /&gt;O protagonista chega acompanhado de vários amigos e duendes tocando acordeon, alaúde, viola e outros instrumentos estranhos. Fazem o dragão dormir depois de tanto dançar, e vão embora, sem a princesa, pois a floresta está cheia de ninfas, elfas e fadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VIKING METAL:&lt;br /&gt;O protagonista chega em um navio, mata o dragão com um machado, assa e come. Estupra a princesa, pilha o castelo e toca fogo em tudo antes de ir embora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DEATH METAL:&lt;br /&gt;O protagonista chega, mata o dragão, transa com a princesa, mata a princesa e vai embora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BLACK METAL:&lt;br /&gt;Chega de madrugada, dentro da neblina. Mata o dragão e empala em frente ao castelo. Sodomiza a princesa, a corta com uma faca e bebe o seu sangue em um ritual até matá-la. Depois descobre que ela não era mais virgem e a empala junto com o dragão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GORE:&lt;br /&gt;Chega, mata o dragão. Sobe no castelo, transa com a princesa e a mata. Depois transa com ela de novo. Queima o corpo da princesa e transa com ele de novo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SPLATTER:&lt;br /&gt;Chega, mata o dragão, abre-o com um bisturi. Sodomiza a princesa com as tripas do dragão. Abre buracos nela com o bisturi e estupra cada um dos buracos. Tira os globos oculares da princesa e estupra as órbitas. Depois mata a princesa, faz uma autópsia, tira fotos, e lança um album cuja capa é uma das fotos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DOOM METAL:&lt;br /&gt;Chega no castelo, olha o tamanho do dragão, fica deprimido e se mata. O dragão come o cadáver do protagonista e depois come a princesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;WHITE METAL:&lt;br /&gt;Chega no castelo, exorciza o dragão, converte a princesa e usa o castelo para sediar mais uma "Igreja Universal do Reino de Deus".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NEW METAL:&lt;br /&gt;Chega no castelo se achando o bonzão e dizendo o quanto é bom de briga. Quer provar para todos que também é foda e é capaz de salvar a princesa. Acha que é capaz de vencer o dragão; perde feio e leva o maior cacete. O protagonista New Metal toma um prozak e vai gravar um disco "The Best Of".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GRUNGE:&lt;br /&gt;Chega drogado, escapa do dragão e encontra a princesa. Conta para ela sobre a sua infância triste. A princesa dá um soco na cara dele e vai procurar o protagonista Heavy Metal. O protagonista grunge sofre uma overdose de heroína.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ROCK N'ROLL CLÁSSICO:&lt;br /&gt;Chega de moto fumando um baseado e oferece para o dragão, que logo fica seu amigo. Depois acampa com a princesa numa parte mais afastada do jardim e depois de muito sexo, drogas e rock n roll, tem uma overdose de LSD e morre sufocado no próprio vômito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PUNK ROCK:&lt;br /&gt;Cospe no dragão, joga uma pedra nele e depois foge. Pixa o muro do castelo com um "A" de anarquia. Faz um moicano na princesa e depois abre uma barraquinha de fanzines no saguão do castelo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EMOCORE:&lt;br /&gt;Chega ao castelo e conta ao dragão o quanto gosta da princesa. O dragão fica com pena e o deixa passar. Após entrar no castelo ele descobre que a princesa fugiu com o protagonista Heavy Metal. Escreve uma música de letra emotiva contando como foi abandonado pela sua amada e como o mundo é injusto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PROGRESSIVO:&lt;br /&gt;Chega, toca um solo virtuoso de guitarra de 26 minutos. O dragão se mata de tanto tédio. Chega até a princesa e toca outro solo que explora todas as técnicas de atonalismo em compassos ternários compostos aprendidas no último ano de conservatório. A princesa foge e vai procurar o protagonista Heavy Metal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HARD ROCK:&lt;br /&gt;Chega em um conversível vermelho, com duas loiras peitudas e tomando Jack Daniel's. Mata o dragão jogando uma TV pela janela do castelo e faz uma orgia com a princesa e as loiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HARDCORE&lt;br /&gt;Chega de skate, organiza um protesto em frente ao castelo contra a ditadura dos dragões. Sobe na torre, transa com a princesa e grava um álbum com 25 faixas de 2 minutos cada descendo o pau no governo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GLAM ROCK:&lt;br /&gt;Chega no castelo. O dragão rí tanto quando o vê que o deixa passar. Ele entra no castelo, rouba o hair dresser e o batom da princesa. Depois a convence a pintar o castelo de rosa e a fazer luzes nos cabelos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GOTHIC METAL&lt;br /&gt;Chega no castelo e monta uma banda com a princesa e o dragão fazendo vocais líricos e guturais respectivamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INDIE ROCK:&lt;br /&gt;Entra pelos fundos do castelo. O dragão fica com pena de bater em um nerd franzino de óculos e deixa ele passar. A princesa não aguenta ouvir ele falando de moda e cinema, e foge com o protagonista Heavy Metal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NEW WAVE&lt;br /&gt;Ao chegar no castelo mata o dragão e doa toda a sua carne às familias pobres da África.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2926246757312154632-4099641031567383955?l=amaurichamorro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/feeds/4099641031567383955/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2926246757312154632&amp;postID=4099641031567383955&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/4099641031567383955'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/4099641031567383955'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/2008/07/como-explicar-o-rock.html' title='Como Explicar o Rock...'/><author><name>Amauri Chamorro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14614921572191334109</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_yj0yUCZdU64/TJlwctiAU7I/AAAAAAAAAFc/fGmyGp8aKMM/S220/OgAAAEaey8EfuTOqOy4MMksDVveZnQcZEU9qVHGfliKglYasB1wZFc-N3cpTH15IDNHTXQ_JjiAVWj8gG0d4oYeHjiAAm1T1UJ6-RidIBcPjW20idEjGdDB3Up_P.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2926246757312154632.post-5734275023217050766</id><published>2008-07-21T07:49:00.000-07:00</published><updated>2008-07-21T07:55:37.077-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;E como se alguém chacoalhasse a minha cama, acordei. Era um terremoto. Que saco. Quando pego no sono, às 0 horas em ponto desta madrugada, o mundo rebolou. Há uns três anos não sentia um. Saio rapidamente do quarto. Esperava que as crianças estivessem acordadas. Nada. Ouço a voz de quem sabe do assunto “vai dormir. Já passou”. Passou nada. Como ele ia em direção ao quarto ver se estava tudo bem, não sentiu que o chão não parava de tremer. A voz de quem manda disse “não parou não.” E a casa continuou rugindo. Agüentei mais um pouco, e desisti de esperar um desastre. Tentei dormir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E assim foi. Mais um peteleco que lembra a nossa inutilidade, roubou meu sono. Espero que isso seja um sinal. Vejo mudanças acontecerem. Vejo que algo maior está por vir. Há um temblor nas ruas aqui. Espero que signifique algo esse chacoalhão. Assumiremos mais uma vez o papel de juízes e carrascos do nosso destino. Nunca estivemos com o poder em nossas mãos. Nunca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somos as placas tectônicas neste momento. Derrubamos o que quisermos. Inclusive o nosso futuro, se errarmos nas escolhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas digo, custe o que custar tem que haver mudanças. Ou o fazemos planejado, como é. Ou perderemos a chance histórica de agora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E se errarmos, aí sim não terei mais chance de voltar a dormir e desistir do desastre. A destruição será tão forte, que não terei chance se quer de acordar.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2926246757312154632-5734275023217050766?l=amaurichamorro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/feeds/5734275023217050766/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2926246757312154632&amp;postID=5734275023217050766&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/5734275023217050766'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/5734275023217050766'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/2008/07/e-como-se-algum-chacoalhasse-minha-cama.html' title=''/><author><name>Amauri Chamorro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14614921572191334109</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_yj0yUCZdU64/TJlwctiAU7I/AAAAAAAAAFc/fGmyGp8aKMM/S220/OgAAAEaey8EfuTOqOy4MMksDVveZnQcZEU9qVHGfliKglYasB1wZFc-N3cpTH15IDNHTXQ_JjiAVWj8gG0d4oYeHjiAAm1T1UJ6-RidIBcPjW20idEjGdDB3Up_P.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2926246757312154632.post-7040610462304393414</id><published>2008-07-08T16:17:00.000-07:00</published><updated>2008-07-08T16:25:49.119-07:00</updated><title type='text'>Ciudad Alfaro</title><content type='html'>Ciudad Alfaro, 8 de Julho de 2008&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos olhos de um Alfaro dourado sinto uma enorme alegria. Neste momento de corpo presente vejo a nova redação da Carta Magna do Equador. Para os desinformados, é a nova constituição que neste momento é reescrita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um trabalho gigantesco de alterar as questões mais enraizadas que determinaram o antigo futuro de uma pequena nação de 12 milhões de pessoas, com vulcões, galapagos e amazônia. Aqui neste paizinho aconteceram grandes fatos da história que influenciaram o que hoje conhecemos como América Latina hispana. Que faz fronteira com o Brasil, mas é distante todo um oceano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta constituição inclui uma redefinição da composição cultural do país. Quíchuas, Shuares, Negros, Montúbios, Brancos serão considerados nações, e como tal serão tratadas de maneiras especiais já que possuem idiomas, identidades e desempenham papéis únicos na economia do país. Esta nova constituição não discrimina o aborto, legaliza a relação estável entre pessoas do mesmo sexo. Existem particularidades do país que nem adiantaria querer explicar, mas que a sua discussão e forma processual de inserção já colocam uma pedra fundamental no caminho da América Latina rumo a algum lugar que ainda não sei qual é. Mas que com certeza será melhor do que ontem. Não é esquerda e direita. É a preservação de uma cultura e do meio ambiente que se discute.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje pela manhã acordei com os telejornais informando o povo de que a segunda maior rede de televisão do país fora retirada das mãos dos seus donos, para ser vendida. Isso acontece pq os donos fugiram do país com mais de 661 milhões de dólares em 2000. Eles quebraram o maior banco do Equador, deixando milhares de pessoas sem o dinheiro depositado em suas contas. Num processo franco, direto e delicado, o governo retirou de todos os donos dos bancos os seus bens para serem leiloados. Os recursos adquiridos nesses leilões serão devolvidos aos cofres públicos. Assim, diminuindo um pouco o prejuízo que o Estado teve ao assumir a dívida dessas famílias de ladrões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Provavelmente as notícias ao redor do mundo, dizem que essa atitude represente a falta de liberdade de imprensa aqui no Equador. Mentira. Não se deixem enganar. Não é o fechamento de um canal de televisão por decisão do Presidente. É a destituição dos donos por terem roubado milhões de dólares do povo equatoriano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devo admitir que o Presidente Rafael Correa encarou com de peito aberto e sem rabo preso, o grande desafio incumbido pelo povo do seu país. Ele realmente retirou o poder econômico e político das elites. Simples assim. Sem tiros, golpes, e com uma incrível capacidade de fazer o povo voltar a querer participar da política do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A simbologia e denominação populista que o acompanha é uma vesga, vaga e preguiçosa análise de que ele é um Hugo Chaves. Com a comum falta de capacidade e a tendenciosa visão dos jornalistas brasileiros, avalizada pelos estudiosos das ciências humanas, a população do Brasil coitada acredita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rafael Correa cometeu sim atropelos durante a Assembléia ao ponto de conseguir a entrega da presidência por parte do ambientalista e esquerdista Alberto Acosta. Muito parecido com o que aconteceu a Marina Silva. Claro, Correa não pode mais esperar a finalização da Constituição. As forças de oposição conseguem aprender com o tempo a forma de minar o poder conquistado pelo Presidente. Que se candidatou sozinho, sem deputados, sem dinheiro, sem apoio de ninguém, sem partido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o renascimento de uma nação. Na verdade, não é um renascimento. É o nascimento. Sonhado por Eloy Alfaro. Líder, pensador, militar, e principalmente um homem simples do povo. Esquartejado vivo, teve seus restos queimados pelos traidores numa praça em Quito em 1918. Esse herói que tem seu nome escrito em ruas de cidades de todo o mundo, inclusive no bairro da Saúde em São Paulo, dá também o seu nome à cidade montada para reconstrução de uma identidade. De um povo. Ciudad Alfaro, onde está localizada a Assembléia Constituinte do Ecuador.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2926246757312154632-7040610462304393414?l=amaurichamorro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/feeds/7040610462304393414/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2926246757312154632&amp;postID=7040610462304393414&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/7040610462304393414'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/7040610462304393414'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/2008/07/ciudad-alfaro.html' title='Ciudad Alfaro'/><author><name>Amauri Chamorro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14614921572191334109</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_yj0yUCZdU64/TJlwctiAU7I/AAAAAAAAAFc/fGmyGp8aKMM/S220/OgAAAEaey8EfuTOqOy4MMksDVveZnQcZEU9qVHGfliKglYasB1wZFc-N3cpTH15IDNHTXQ_JjiAVWj8gG0d4oYeHjiAAm1T1UJ6-RidIBcPjW20idEjGdDB3Up_P.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2926246757312154632.post-4156458897765061575</id><published>2008-07-02T07:39:00.000-07:00</published><updated>2008-07-02T07:41:37.929-07:00</updated><title type='text'>Incompleto</title><content type='html'>Ainda bem que existem os quartos. Assim temos onde nos esconder das frustrações sem ter que encarar as pessoas. Não tenho mais expectativas. Trabalho com ferramentas tangíveis, como a coragem e a idiotice. Não deposito mais futuro naquilo que não depende mais de mim. Como escrever por exemplo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É interessante. As coisas grandes dentro de nós são sempre bem menores quando colocadas para fora. Essa distorção é simples, pequena e destruidora como a ponta da bala de um fuzil. Há de que se precaver. Sempre. Mas não há colete que segure um tiro desse calibre. O coração estará sempre em perigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas assim aprendemos a atuar. Isso nos defende. Nossas pequineses são cobertas com essa linguagem do auto-reflexo. Sei da sensível espessura da minha alma, por isso a textura prática do meu sorriso. Me protege, e da a possibilidade dos outros a utilizarem como bem entenderem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda bem que temos alguns que salvam os outros. Por fora somos nuvens. Imensas apenas para quem nos vê. Mas vazias por dentro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2926246757312154632-4156458897765061575?l=amaurichamorro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/feeds/4156458897765061575/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2926246757312154632&amp;postID=4156458897765061575&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/4156458897765061575'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/4156458897765061575'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/2008/07/incompleto.html' title='Incompleto'/><author><name>Amauri Chamorro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14614921572191334109</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_yj0yUCZdU64/TJlwctiAU7I/AAAAAAAAAFc/fGmyGp8aKMM/S220/OgAAAEaey8EfuTOqOy4MMksDVveZnQcZEU9qVHGfliKglYasB1wZFc-N3cpTH15IDNHTXQ_JjiAVWj8gG0d4oYeHjiAAm1T1UJ6-RidIBcPjW20idEjGdDB3Up_P.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2926246757312154632.post-5566947825269097595</id><published>2008-06-25T22:50:00.000-07:00</published><updated>2008-06-25T22:53:24.215-07:00</updated><title type='text'>Camino a casa</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Por ser canal, mensagem e codificador, me dou o direito de escrever sobre o que acontecerá. Sexta. Rumo ao meu canto no mundo. Tenho deveres ambiciosos de descansar o corpo, e botar a cabeça pra funcionar.&lt;br /&gt;Tenho que encontrar sentido aos verbos todos para os textos da minha alma. Além do mais, preciso preparar aulas.&lt;br /&gt;Quero fazer do meu particular espaço público o local de encontro daquelas 3 ou 4 pessoas que lêem o que escrevo. Publicarei as letras durante o processo de criação. Veremos o que acontecerá. Não peço interatividade. Mas espero comentários.&lt;br /&gt;Descobri que não adianta depender do tempo que demora, ou dos fatos que acontecem. Não há maneira de dedicar uma vida inteira ao que queremos. Se queremos pode acontecer. Não perco mais tempo em determinar o impossível. Apenas me dedico na criação de ações. Elas que aconteçam quando decidirem. Mas precisa ser em apenas um mês. &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2926246757312154632-5566947825269097595?l=amaurichamorro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/feeds/5566947825269097595/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2926246757312154632&amp;postID=5566947825269097595&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/5566947825269097595'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/5566947825269097595'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/2008/06/camino-casa.html' title='Camino a casa'/><author><name>Amauri Chamorro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14614921572191334109</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_yj0yUCZdU64/TJlwctiAU7I/AAAAAAAAAFc/fGmyGp8aKMM/S220/OgAAAEaey8EfuTOqOy4MMksDVveZnQcZEU9qVHGfliKglYasB1wZFc-N3cpTH15IDNHTXQ_JjiAVWj8gG0d4oYeHjiAAm1T1UJ6-RidIBcPjW20idEjGdDB3Up_P.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2926246757312154632.post-6988342839791469292</id><published>2008-06-19T23:09:00.000-07:00</published><updated>2008-06-19T23:12:07.653-07:00</updated><title type='text'>Mensageiro da Verdade. Obrigado.</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Existem alguns seres que a sua grandeza é tão maior do que o seu desconhecimento. Impressiona ver aqueles que nunca tiveram a oportunidade de se servir de algum tipo de fortuna, se doarem pelos outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso faz meu ódio só aumentar. Contra mim e meus pares. Cada letra digitada aqui é um pouco de ausência do fazer. Um ser inerte e digitador. O rigor deste destino é denso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não consigo letrar. Não consigo registrar minhas idéias aqui. O tema é tão complexo, e sou tão incapaz perante o assunto, que escrevo e reescrevo mil vezes cada sílaba. Mas isso é normal. É uma espécie de autoflagelo, ou algum tipo de boicote natural. Sou um dos que está sentado num barril de pólvora, e ao invés de apagar o fogo, aplaudo os bombeiros evitando que voemos pelos ares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguém um dia ser dará conta de que o fim já terminou. Não haverá Renascimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentro dos apartamentos, detrás das telas, ao pé dos computadores informalizamos a linguagem da falência. Cada signo dela já nos é comum. Alguns a freqüentam por pena, por medo ou para arrasá-la. Já fiz minha escolha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deveríamos realizar intercâmbios culturais verdadeiros. Se queremos alterar o destino das coisas óbvias, nossas crianças alimentadas deveriam passar as férias de julho ao sol. Brincando com brinquedos imaginários. Comendo comida de mentirinha. Tomando banho só quando puderem. Ou só quando chovesse no Lixão. A dureza comercializada nessas pequenas almas só será amolecida por barrigudinhos cheios de vermes da mesma idade lhes oferecendo um copo d´água. Sentir na pele. Esse é o segredo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Os que escapam de lá, do cárcere, do destino e da fé realizam verdadeiras Cruzadas. Mas sem absolvição no final. Apenas por instinto animal mesmo. Surge ai a arte da sobrevivência, o benefício da solidariedade, e insensatez do conteúdo da sua poesia.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2926246757312154632-6988342839791469292?l=amaurichamorro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/feeds/6988342839791469292/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2926246757312154632&amp;postID=6988342839791469292&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/6988342839791469292'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/6988342839791469292'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/2008/06/mensageiro-da-verdade-obrigado.html' title='Mensageiro da Verdade. Obrigado.'/><author><name>Amauri Chamorro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14614921572191334109</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_yj0yUCZdU64/TJlwctiAU7I/AAAAAAAAAFc/fGmyGp8aKMM/S220/OgAAAEaey8EfuTOqOy4MMksDVveZnQcZEU9qVHGfliKglYasB1wZFc-N3cpTH15IDNHTXQ_JjiAVWj8gG0d4oYeHjiAAm1T1UJ6-RidIBcPjW20idEjGdDB3Up_P.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2926246757312154632.post-4191721810298703940</id><published>2008-06-17T21:39:00.000-07:00</published><updated>2008-06-17T21:51:27.015-07:00</updated><title type='text'>No fim do corredor.</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Quando a vida se transforma numa tempestade em alto mar, os predestinados não sabem a que vieram, mas encontram a bóia de quem não sobreviveu. Os sem sorte não encontram o motivo de estarem lá. E os que se viram, não têm a mínima idéia do momento em que o destino lhes retirará as habilidades de enganar a onda predicada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Os tolos aguardam a calmaria, e eu simplesmente tenho a certeza de que deveria estar na roça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas desde cedo aprendi que algumas instituições estenderiam a mão. A universidade, a igreja, o departamento comercial, a poupança, o marketing pessoal, ou Paulo Coelho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada disso me serviu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sigo meu rumo observando a capacidade dos simples em absorver no peito a colisão do presente imparável. A seriedade de um sorriso desdentado, a fúria que acompanha a solidão mundana do ônibus lotado e a tristeza do fim de mês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que digo tudo isso, aqui, intocável bebendo minhas cervejas importadas para ajudar no discurso. E só. Continuo na tormenta. Continuo a acreditar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem sempre a saída é sobreviver. De ilusões, ou com a vida mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só quem não sabe do desamparo é quem acredita no discurso. Discurso é discurso. E só.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podemos agradecer também. Essa é outra ferramenta. Ela amortiza, diminui e lubrifica. Agradecer o respiro, a água, o lugar comum. Agradecer é o iludir concretizado. Por isso os mal aventurados são os mais agradecidos. Deveriam aprender a roubar sem deixar rastros. Deveriam pilotar mais aviões. Deveriam gerenciar uma guerra. Deveriam ser sádicos com os reféns. Depois, era só agradecer mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas por favor, não se sintam culpados pelas coisas fora do nosso alcance. Eu não me sinto mais. Assim como não peço mais desculpas.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2926246757312154632-4191721810298703940?l=amaurichamorro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/feeds/4191721810298703940/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2926246757312154632&amp;postID=4191721810298703940&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/4191721810298703940'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/4191721810298703940'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/2008/06/no-fim-do-corredor.html' title='No fim do corredor.'/><author><name>Amauri Chamorro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14614921572191334109</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_yj0yUCZdU64/TJlwctiAU7I/AAAAAAAAAFc/fGmyGp8aKMM/S220/OgAAAEaey8EfuTOqOy4MMksDVveZnQcZEU9qVHGfliKglYasB1wZFc-N3cpTH15IDNHTXQ_JjiAVWj8gG0d4oYeHjiAAm1T1UJ6-RidIBcPjW20idEjGdDB3Up_P.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2926246757312154632.post-1234763322601612314</id><published>2008-06-17T21:03:00.000-07:00</published><updated>2008-06-17T21:08:20.582-07:00</updated><title type='text'>Assim que é.</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Não queremos mudar o mundo. Muito menos defender uma idéia. Não somos salvadores de almas, nem levantadores de bandeiras. Por tanto crer em poder, e no poder de fazer, é que decidimos apenas em dizer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mídia nos suporta. A recíproca não é verdadeira. Por isso a utilizamos aqui, com o objeto máximo da sua função. Não teremos discussões de certo ou errado. Em todo ponto de vista, há um objeto sendo visto, e um lugar de onde o avistamos. Nem sempre a luz de onde enxergo, ilumina o foco alheio. Por isso não defendemos nada. Por isso não queremos convencer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A retórica defenditiva das coisas não me dá argumentos suficientes para me localizar e realizar o tiro. Espero seguir em frente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somos o que podemos ser. O que queremos, é sugerido. A nossa fé, amostrada, quantizada, codificada, alivia a raiva de não conseguir chegar lá. Podemos alterar o brilho, posso recortar, posso deletar. Assim concluirei o que iniciarei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste palco, uma trajetória particular. A plasticidade textual será eterna, se os servidores assim o permitirem. A linguagem será crítica se o espectador for útil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sinto a possibilidade do todo. Para todos os lados, com todas as formas, com todos os focos. Não temos um começo certo. Não temos um fim ajustável. Seremos sinceros até onde a nossa moral aporte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem vindos.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2926246757312154632-1234763322601612314?l=amaurichamorro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/feeds/1234763322601612314/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2926246757312154632&amp;postID=1234763322601612314&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/1234763322601612314'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2926246757312154632/posts/default/1234763322601612314'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amaurichamorro.blogspot.com/2008/06/assim-que.html' title='Assim que é.'/><author><name>Amauri Chamorro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14614921572191334109</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_yj0yUCZdU64/TJlwctiAU7I/AAAAAAAAAFc/fGmyGp8aKMM/S220/OgAAAEaey8EfuTOqOy4MMksDVveZnQcZEU9qVHGfliKglYasB1wZFc-N3cpTH15IDNHTXQ_JjiAVWj8gG0d4oYeHjiAAm1T1UJ6-RidIBcPjW20idEjGdDB3Up_P.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
